Está no ar a nova newsletter da Creativante, com o título “Cloudonomics: a Economia da Cloud (Nuvem)“, que você pode acessar aqui, ou aqui, no formato pdf!
Cloudonomics: a Economia da Cloud (Nuvem)
fevereiro 13, 2012The State of American Small Business
fevereiro 7, 2012Martin Baily, um dos economistas que mais entendem sobre a economia das startups americanas, faz um relato ao Congresso dos EUA sobre a economia daquele país e sobre o estado dos pequenos negócios americanos. Um retrato bastante preciso! Ver em http://www.brookings.edu/testimony/2012/0201_small_business_baily.aspx
Inovação não necessariamente traz sucesso econômico
fevereiro 6, 2012A Inovação e os Grandes Grupos Privados: A Visão e o Alinhamento das Lideranças Empresariais Brasileiras com a Agenda da Inovação
fevereiro 2, 2012Saiu hoje mais uma carta do IEDI- Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Carta IEDI n. 504 – A Inovação e os Grandes Grupos Privados: A Visão e o Alinhamento das Lideranças Empresariais Brasileiras com a Agenda da Inovação).
Eis abaixo seu conteúdo!
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Sumário
Este survey realizado junto a 40 grandes empresas — 30 nacionais e 10 internacionais — revela um quadro bastante interessante da compreensão que possuem os principais líderes empresariais atuantes no país acerca da inovação. Há um crescente comprometimento destes dirigentes com esta agenda. Mais que isso, há perfeito entendimento que ela será decisiva para a capacidade de competir de suas empresas.
O mais interessante resultado do presente levantamento é que 58% das empresas entrevistadas consideram que a inovação tecnológica é decisiva para sua estratégia de mercado atual, enquanto 42% consideram a tecnologia relevante. Nenhuma empresa considera a tecnologia como pouco relevante ou irrelevante. No horizonte de dez anos, o entendimento se altera de forma ainda mais explícita: 80% das empresas entrevistadas consideram que a tecnologia será decisiva para sua estratégia de mercado futura e 20% consideram que este aspecto será relevante. Novamente, não há empresa que visualize, no futuro, que a inovação tecnológica será pouco relevante ou irrelevante.
A quase totalidade das lideranças consultadas afirma que suas empresas possuem estratégias claras de inovação e que ela está bem alinhada com a estratégia corporativa geral. Da mesma forma, consideram forte o engajamento dos CEOs e da alta direção das empresas com o tema inovação e que estes dirigentes estão alinhados com esta estratégia, o que ocorre também no plano do staff de P&D das empresas. Mas, na visão deste dirigentes, isso não se aplica para as unidades de negócios, para o staff intermediário e para os colaboradores em geral, nem sempre compremetidos e alinhados com a estratégia de inovação.
No seu conjunto, os executivos entendem que entre os principais drives da inovação estão a geração de receita, o aumento da produtividade, a necessidade dos consumidores, a redução de custos, a criação de mercados e a ampliação do market-share. Chama atenção para a baixa frequência de respostas que indicam o mercado exterior e a internacionalização das empresas como um destes determinantes da inovação. Dada a frágil inserção externa brasileira, o foco está claramente no mercado doméstico.
Entre os diversos tipos de inovações que as empresas implementam, chama atenção que as inovações de base tecnológica sejam quase tão relevantes como as inovações incrementais, bem mais frequentes no dia a dia das empresas. E chama atenção que também sejam relevantes as inovações associadas ao investimento e às novas linhas de produção e novas plantas, ou a novos modelos de negócios.
É extremamente interessante perceber como os executivos vêem o posicionamento de suas empresas em termos de inovação no presente e no horizonte de dez anos. Na situação atual prevalecem posicionamentos mais tímidos, como o de diferenciador, seguidor rápido (fast follower), ou de licenciador. Em dez anos, na grande maioria das empresas, prevalece a visão de ser líder em termos de inovação.
O exame das capacitações declaradas para lidar com a inovação revela, contudo, um quadro ainda preocupante. Nenhuma destas capacitações aparece como sendo predominantemente satisfatória. Prevalecem quase sempre visões de que estas capacitações (desenvolver soluções tecnológicas próprias, desenvolver novos modelos de negócios, fazer parcerias para inovação tecnológica, adquirir ou licenciar tecnologia, estabelecer alianças com outras empresas, buscar e reter talentos, gerenciar redes de conhecimento externas e gerenciar sistemas de inovação aberta) não são elevadas. Em especial, chama atenção o fato de que são declaradas baixas as capacitações para gerenciar e administrar redes externas de conhecimento e inovação aberta.
Também são poucas as empresas que declaram possuir uma clara cultura de inovação. E merece destaque o reconhecimento de que a difusão desta cultura é muito pequena no conjunto da empresa e entre fornecedores e clientes.
Os sistemas de gestão da inovação também aparecem como problemáticos. Apenas o acompanhamento das tendências tecnológicas é apontado por metade das empresas como sendo satisfatório. As métricas adotadas pelas empresas para aferir seus esforços e resultados são também consideradas não plenamente satisfatórias pela maioria dos executivos consultados.
Uma questão recorrente deste levantamento é relativa às diferenças que existem entre as subsidiárias de empresas estrangeiras consultadas e as empresas de capital predominantemente nacional. Entre as estrangeiras é maior o percentual das que declaram clareza quanto à estratégia, maior alinhamento interno e, em especial, na visão de seus dirigentes, são melhores os métodos de gestão e de avaliação de resultados. Há nitidamente, nestes aspectos, um espaço de aprendizado para os grupos nacionais, de forma a que se aproximem do que seria o padrão esperado de comportamento de empresas de classe mundial.
Mas também chama atenção — e este ponto vale tanto para empresas nacionais, quanto estrangeiras —, que a visão dos CEOs é mais afirmativa e mais otimista para aspectos gerais ou situados no plano estratégico. Por outro lado, é tanto menos positiva quanto mais concreto é a questão relativa à ação inovativa das empresas. Quando perguntados sobre métrica, gestão, cultura de inovação ou capacitações, as respostas tendem a indicar que ainda há muito que fazer, pois em geral veêm suas empresas como parcialmente aptas a inovar. Isto pode revelar que parte da avaliação tão positiva que fazem de suas estratégias derive mais do grau de compreensão que possuem sobre esta agenda, do que dos instrumentos específicos que têm à sua disposição nas empresas.
Esta síntese, a pesquisa revela um quadro interessante. A agenda da inovação é estratégica para a grande maioria das empresas brasileiras e seus executivos tem consciência de sua relevância. Há também uma visão clara de que esta importância será ainda maior no futuro. Mas igualmente há insatisfação destes executivos com o quadro com que se deparam, no dia a dia, em suas empresas. Ou seja, há muitos avanços no entendimento empresarial da agenda da inovação, mas há igualmente muitos desafios no plano da ação concreta.
Introdução. Este survey faz um apanhado da visão que um número significativo de lideranças privadas brasileiras tem acerca da relevância da inovação para as estratégias de suas empresas. Foram entrevistados os principais dirigentes de 40 grupos privados, sendo 30 de empresas de maioria de capital nacional e 10 grandes empresas transnacionais que atuam no mercado brasileiro. Pelo seu peso e importância na economia nacional, estes grupos respondem por parte substancial do esforço nacional em pesquisa e desenvolvimento tecnológico.
Contribuíram para este survey as seguintes empresas: Algar; Ambev; Arteb; Bardella; Basf; Braskem; Camargo Corrêa; Confab; Coteminas; CPFL; Cristália; CSN; CVRD; Dedini; Duratex; Embraer; EMS; Fiat; Ford; Gerdau; IBM; Iochpe-Maxion; J. Macedo, Klabin; Mangels; Marcopolo; Microsoft; Natura; Novartis; Odebrecht; Petrobrás; Randon; Siemens; Suzano; Telefônica; Totvs; Ultrapar; Usiminas, Weg e Whirlpool.
A principal motivação deste estudo é a de identificar como a inovação se insere no plano estratégico das empresas e, em paralelo, avaliar o grau de comprometimento da alta direção das empresas com esta agenda de inovação.
Diferentemente das estatísticas nacionais de inovação, não se mede aqui o esforço das empresas em suas atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) ou, num sentido mais amplo, de suas atividades inovativas. Ao contrário, de forma complementar a estas estatísticas, a intenção do survey é entender como os principais dirigentes dos grandes grupos brasileiros se posicionam sobre o tema; como avaliam o que seu grupo econômico ou empresa faz e o que eventualmente deveria fazer.
Esta questão é relevante, porque a inovação — especialmente a inovação tecnológica — tem sido progressivamente colocada como um aspecto central da política industrial e é cobrado das lideranças privadas um maior protagonismo.
Segundo um diagnóstico repetido em muitos fóruns de debate, falta cultura de inovação em nossas empresas. Estas, acostumadas com um ambiente de baixa concorrência, herança do período de substituição de importações, inovam pouco. Em termos comparativos é comum identificar o que seria uma forte assimetria do sistema nacional de inovação: um excelente desempenho acadêmico e uma grande fragilidade empresarial, derivada desta conduta pouco agressiva das empresas.
Esta simplificação da realidade não resiste a qualquer análise mais acurada, que entenda a inovação em sua dimensão econômica. As empresas, como tem sido dito em muitos documentos, inovam para atender exigências de mercado. São as condições econômicas — os preços e os custos relativos do Brasil (incluindo câmbio, salários, tributos e custo de capital); as perspectivas da demanda e de novos mercados; a dotação de fatores associada ao conhecimento; o grau de capacitação da própria empresa e de seus fornecedores; as trajetórias tecnológicas e as características da competição atual e esperada em seu segmento de atuação e nos elos da cadeia de valor em que atuam —, são estas condições econômicas que ditam as estratégias empresarias e, por conseguinte, o que elas fazem em termos de inovação.
O que este survey mostra é um outro lado da questão: há um grande comprometimento das direções dos principias grupos econômicos com a agenda de inovação. Simultaneamente, também revela problemas, como mecanismos internos de gestão ainda não satisfatórios, falta de métricas e de comprometimento de parte dos staffs das empresas com estas estratégias. Mostra ainda, como tem sido cada vez mais freqüente nos últimos anos, que de fato há um entendimento dos principais dirigentes empresarias de que a agenda da inovação é e será decisiva para o sucesso de suas empresas.
O confronto entre esta disposição ou este entendimento cada vez mais afirmativo sobre a agenda de inovação, e os indicadores ainda insatisfatórios de gasto em P&D e de esforço inovativo deveria nos fazer pensar sobre como apoiar e incentivar cada vez mais estas condutas. Dado o objetivo maior de uma exitosa trajetória de desenvolvimento nacional, caberia pensar sobre as condições econômicas que afetam o desempenho de nossas empresas e de como criar condições objetivas para capturar esta disposição de inovar.
Este survey se propõe auxiliar a identificar este caminho, ao investigar qual a motivação das empresas para inovar, qual seu entendimento dos principais determinantes da inovação e como estão estruturados os processos internos à empresa de gestão de inovação. Essencialmente, o que se busca aqui é avaliar o que as lideranças entendem por inovação, quão preparadas elas consideram que estão e que papel atribuem à inovação no presente e no futuro próximo.
Um dos resultados deste survey pode sintetizar claramente quão importante pode ser esta agenda para as empresas brasileiras.
Quando perguntados sobre a importância da inovação tecnológica para o posicionamento estratégico de suas empresas, 58% dos executivos entrevistados consideram que a tecnologia é, nos dias de hoje, decisiva para sua estratégia de mercado. Complementarmente, 42% consideram a tecnologia relevante para este posicionamento, e nenhuma empresa considera a inovação tecnológica como pouco relevante ou irrelevante.
Num horizonte de dez anos, esta mesma avaliação acerca da importância da inovação tecnológica se altera da seguinte maneira: 80% das empresas entrevistadas consideram a tecnologia como decisiva para sua estratégia futura de mercado e 20% consideram que a tecnologia será relevante, enquanto nenhuma empresa considera que a inovação será pouco relevante ou irrelevante.
As motivações principais deste estudo foram a de identificar as principias estratégias de inovação de grandes grupos e empresas e, em paralelo, avaliar o grau de comprometimento da alta direção com a agenda de inovação. A questão central da pesquisa é buscar compreender a motivação das empresas para inovar, seus entendimentos de quais são os determinantes da inovação e como estão estruturados os processos de gestão de inovação internos às empresas.
Estratégia de Inovação. Todos os grupos ou empresas entrevistados têm, embora em graus variados, algum tipo de estratégia de inovação. A grande maioria das empresas (87%) afirma, na visão de seus dirigentes, ter uma estratégia clara de inovação. Todas as subsidiárias de empresas estrangeiras indicam possuir uma estratégia desta natureza. Dentre os grupos nacionais, 83% declaram ter estratégias claras de inovação.
Apenas 13% do total dos entrevistados — cinco grupos empresariais nacionais, que correspondem a 17% das empresas nacionais consultadas — afirmam possuir estratégia parciais de inovação. São grupos que atuam nos setores de construção pesada, siderurgia e metal-mecânica. Dentre estes cinco grupos, dois afirmam que pretendem ter uma clara estratégia definida no horizonte de cinco anos e um grupo afirma desejar tê-la no prazo de dez anos.
Structural Shift in U.S. Economy
janeiro 31, 2012Mais um post (28/01/2012) do blog do Prof. Mark Perry (mjperry.blogspot.com), mostrando a forte recuperação da economia dos EUA:
Structural Shift in U.S. Economy
1. Measured by real output (GDP), the U.S. economy has made a complete recovery from the 2007-2009 recession. Real output in Q4 of 2011 was higher than the 2007 Q4 level when the recession started by 0.72%.
2. While real output has completely recovered to above pre-recession levels, U.S. civilian employment at 140.56 million is still 5.7 million jobs (and 3.9%) below the 2007 peak of 146.27 million jobs, and that translates into the ongoing and persistent “jobless recovery.”
3. The recovery of real output to historical highs with 3.9% fewer employees has also translated into record-level corporate profits, which are now 40% above pre-recession levels.
4. The recovery of both output and profits to above 2007 levels with 5.7 million fewer workers could explain the sluggish job growth that will probably continue for several more years. If companies can produce more output now than in 2007 with fewer workers and record profits, where’s the incentive to hire more workers?
The Great Recession stimulated huge productivity and efficiency gains as companies shed marginal workers and learned how to do “more with less (fewer workers).” The surge in productivity over the last few years may be unprecedented in recent history and may be responsible for a “structural shift” in the U.S. economy that will have long-lasting effects, e.g. an extended period of time with a jobless rate above 7%.
Como estará a economia brasileira em 2012? E nossas empresas?
janeiro 30, 2012A Revolution in Higher Education is Underway
janeiro 26, 2012Post de ontem do blog do Prof. Marl Perry (mjperry.blogspot.com):
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A Revolution in Higher Education is Underway
In a related recent development, Felix Salmon and The Chronicle of Higher Education report this week that Stanford University professor Sebastian Thrun, who taught an online artificial intelligence course to more than 160,000 students in the fall through Stanford, has given up his tenured teaching position there to go full-time with Udacity, a new start-up firm he co-founded that offers low-cost online classes.
From The Chronicle:
“Mr. Thrun told the crowd at the Digital–Life–Design conference in Munich, Germany that his move was motivated in part by teaching practices that evolved too slowly to be effective. During the era when universities were born, “the lecture was the most effective way to convey information. We had the industrialization, we had the invention of celluloid, of digitial media, and, miraculously, professors today teach exactly the same way they taught a thousand years ago,” he said.
He concluded by telling the crowd that he couldn’t continue teaching in a traditional setting. “Having done this, I can’t teach at Stanford again,” he said.
One of Udacity’s first offerings will be a seven-week course called “Building a Search Engine.” It will be taught by David Evans, an associate professor of computer science at the University of Virginia and a Udacity partner. Mr. Thrun said it is designed to teach students with no prior programming experience how to build a search engine like Google. He hopes 500,000 students will enroll.
Teaching the course at Stanford, Mr. Thrun said, showed him the potential of digital education, which turned out to be a drug that he could not ignore.
“I feel like there’s a red pill and a blue pill,” he said. “And you can take the blue pill and go back to your classroom and lecture your 20 students. But I’ve taken the red pill, and I’ve seen Wonderland.”
Economia da Defesa na UFPE
janeiro 25, 2012Neste primeiro semestre de 2012 estaremos dando o primeiro Curso de Economia da Defesa da UFPE.
A notícia saiu hoje no informativo da UFPE (ver boletim abaixo). Infelizmente saiu com um erro, uma vez que, ao contrário do noticiado, as aulas só começam no dia 27/02 (e não 21/02, como informado no boletim abaixo).
A ementa do curso pode ser baixada aqui!
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UFPE abre inscrições para primeiro curso de Economia da Defesa
O Departamento de Economia da UFPE promoverá o primeiro curso de Economia da Defesa, a partir do dia 21 de fevereiro. O curso será voltado para alunos de graduação interessados no assunto e acontecerá nas segundas-feiras das 18h50 às 20h30 e nas quartas das 20h30 às 22h.O objetivo do curso é mostrar os principais mecanismos e instituições relacionados à economia da defesa das nações em geral e mais especificamente do Brasil e sua influência no desenvolvimento econômico mundial.
Entre os conteúdos abordados estão Economia da defesa e segurança internacional, Gastos militares mundiais, Demanda por gastos militares, Gastos em defesa e crescimento econômico, Base industrial e de serviços militar, Economia do P&D militar, Economia do comércio de armas, Economia do comércio de armas, Economia política da manutenção da paz, Economia da defesa do Brasil e Estratégia nacional de defesa.
Os interessados podem se inscrever gratuitamente através do e-mail do professor José Carlos Cavalcanti, organizador do curso, ou de seu blog. As aulas serão realizadas no próprio Departamento de Economia.
Mais informações
Professor José Carlos Cavalcanti
cavalcanti.jc@gmail.com
www.jccavalcanti.wordpress.com
Why Obama announced Pentagon budget cuts this week?
janeiro 6, 2012O Presidente Barack Obama anunciou esta semana que os EUA irão cortar os gastos de defesa do Pentágono (o quartel geral do Departmento de Defesa americano) em centenas de bilhões de dólares nos próximos 10 anos.
Qual terá sido o argumento por trás destes cortes, sabendo-se que os EUA são a nação que mais gasta em defesa?
Uma explicação pode estar aqui!
Deindustrialization
janeiro 5, 2012Post do blog do Prof. Mark Perry no dia 01/01/2012 (mjperry.blogspot.com)!
Enquanto a desindustrialização é um fenômeno mundial, aqui no Brasil ainda tem gente (tanto em governo quanto fora dele) achando que pode reverter tal fenômeno!
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“Decline of Manufacturing” is Global Phenomenon: And Yet the World Is Much Better Off Because of It
In reality, the chart above shows that the decline in U.S. manufacturing as share of GDP between 1970 and 2010 is really a global phenomenon as the entire world becomes increasingly a service-based economy. The manufacturing/GDP ratio in the U.S. fell from 24% to 13% between 1970 and 2010, while the world ratio fell at almost the same rate, from 27% to 16%.
As a share of GDP, manufacturing has declined in most countries since the 1970s. A few examples: Australia’s manufacturing/GDP ratio went from 22% in 1970 to 9.3% in 2010, Brazil’s ratio went from 24.5% to 13.5%, Canada’s from 19% to 10.5%, Germany’s from 31.5% to 18.7%, and Japan’s from 35% to 20%.
Bottom Line: When we hear claims that “nothing is made here anymore,” it’s not really the case that somebody else is making the stuff Americans used to make as it is the case that we (and others around the world) just don’t manufacture as much “stuff” any more in relation to the growing levels of national income, which the graph above clearly shows.
The main reason that the manufacturing/GDP ratio has declined in the U.S. and around the world is that productivity gains for durable goods have significantly lowered the price of those goods relative to: a) the prices of services, and b) household incomes, as I pointed out in this CD post on the “miracle of manufacturing.” In other words, the declining manufacturing/GDP ratio reflects declining prices for manufacturing goods, which is a sign of economic progress, not regress. The standard of living around the world today, along with global wealth and prosperity, are all much, much higher today with manufacturing representing 16% of total world output (including the U.S.) compared to 1970, when it was almost twice as high at almost 27%. And for that progress, we should celebrate, not complain about the “decline of manufacturing.”

