Archive for março \31\UTC 2009

Online Advertising’s Growth Slows in 2008 (O Crescimento da Propaganda Online nos EUA diminui em 2008)

março 31, 2009

 Propaganda online mostra pujança, apesar da crise!  O post abaixo veio do blog www.itbusinessedge.com.

Online Advertising’s Growth Slows in 2008

Posted by Susan Hall Mar 31, 2009 11:14:35 AM

The economy is blamed for most everything these days and it’s getting a big rap in news reports showing the growth of Internet advertising seems to be slowing, according to The Wall Street Journal. It says the growth rate is the lowest since 2002.

The trade group the Interactive Advertising Bureau’s report showed Internet advertising in the United States grew 10.6 percent in 2008 to $23.4 billion. And it grew just 2.6 percent in the fourth quarter, compared with 2007 growth in the quarter of 24 percent. Overall growth in 2007 was 26 percent.

Search advertisements grew 20 percent in 2008 to almost $10.6 billion and display ad revenue rose 8 percent to $7.6 billion. And in a true bright spot in the report, digital video ads doubled in 2008 to $734 million, according to The Associated Press on Newsvine.com.

Cable television advertising grew 7.8 percent in 2008, but it was downhill for other mediums: network television, national magazines and local newspapers, according to The New York Times.

Technology Review 10 Emerging Technologies 2009 (As 10 tecnologias emergentes da revista Technology Review)

março 31, 2009

10 Emerging Technologies 2009

A revista Technology Review, do Massachusetts Institute of Technology-MIT, dos EUA, acaba de divulgar a lista das 10 tecnologias emergentes de 2009.  Os interessados em saber quais serão as tecnologias que vão mudar nossas vidas não podem deixar de ver esta lista!

A guerra de Hélio Costa contra a TV Cultura (The war of Mr. Hélio Costa, current Minister of Telecommunications of Brazil, against the state of São Paulo´s TV Cultura)

março 31, 2009

Meu post abaixo começou a partir de um ping back do blog do Prof. Silvio Meira, que tem um dos melhores blogs do país (e que vem alertando há algum tempo para o fato de que nós temos no Brasil o serviço de telefonia celular mais caro do mundo), de onde fui levado ao blog do jornalista Ethevaldo Siqueira, que é especialista em telecomunicações.

E foi lá no blog do Ethevaldo Siqueira que li um artigo dele publicado no Estado de São Paulo (reproduzido abaixo).  O artigo mostra a quantas anda a antecipação das eleições de 2010 no cotidiano das relações entre os atuais pilotos União (candidatísismos a continuar no comando) e seus eventuais fortes adversários (marcadamente o governo do Estado de São Paulo).

O artigo tem o pretexto de lidar com o tema da TV Digital, mas o que ele caracteriza, em sua essência, é a luta que já está sendo travada pelos “parceiros” dos potenciais candidatos à Presidência da República em 2010.  Enfim, é a política contaminando tudo!

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A guerra de Hélio Costa contra a TV Cultura

22 de março de 2009

Multiprogramação ou multicasting é um recurso exclusivo da TV digital que permite a transmissão de até quatro programas no mesmo canal. Como um dos avanços mais importantes da tecnologia digital, ela foi defendida, durante o processo de escolha do padrão de TV digital, pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, que a considerava uma característica “capaz de contribuir para a maior democratização do uso do espectro de frequências e para ampliar as opções de programação para o público”.

PUNIÇÃO INJUSTA

Desde o domingo passado, a TV Cultura foi obrigada a retirar do ar dois projetos da melhor qualidade e não usar os subcanais de multiprogramação. De nada valeram os argumentos e pedidos do presidente da Fundação Padre Anchieta, Paulo Markun. O ministro disse que vai pensar no caso, sem nenhuma data nem compromisso de rever a proibição.

Hoje, Hélio Costa não pensa mais desse modo. Tanto assim que, a pretexto de evitar abusos – como o aluguel dos subcanais digitais para empresas de televendas e programas religiosos –, baixou uma norma polêmica e discriminatória, que proíbe a multiprogramação não apenas por emissoras comerciais, mas até por emissoras públicas estaduais, inclusive a TV Cultura. A norma, no entanto, autoriza as emissoras públicas federais a oferecer o multicast. Um caso típico de dois pesos e duas medidas.

Entre as demais características inovadoras da TV digital, louvadas e defendidas no passado por Hélio Costa, estão a qualidade excepcional das imagens da alta definição, o som surround em 5 ou 7 canais, a interatividade, a mobilidade e a portabilidade. Será que, por analogia, o ministro já está pensando em proibir também uso e a oferta desses novos recursos pelas emissoras?

AUTORIZAÇÃO?


A rigor, não há nenhuma necessidade de autorização formal para que uma emissora legalmente licenciada use ou ative um recurso inerente à tecnologia digital, como a multiprogramação, dentro dos padrões escolhidos pelo Brasil e previstos no decreto que criou o Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD).

Da mesma forma, não se exige nenhuma autorização formal de uma emissora de TV digital, legalmente licenciada, para transmitir, por exemplo, programas em alta definição, bem como para implementar a interatividade ou transmitir conteúdos para celular (mobilidade).

Qualquer emissora de TV, desde que autorizada a iniciar suas transmissões digitais, só tem de dar conhecimento ao ministério e à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) do uso que está fazendo dos recursos da nova tecnologia.

PRETEXTOS


Mas, como diz o provérbio popular, o diabo atua nos detalhes. Para evitar os abusos, bastaria proibir a sublocação dos canais digitais. O verdadeiro objetivo do ministro, contudo, era proibir a multiprogramação. Assim, o Ministério das Comunicações foi buscar pretextos e filigranas para impedir o uso dessa nova facilidade da TV digital. O que fez, então, foi algo como remover manchas de tecido com a tesoura.

Pressionado por outros interesses, o Ministério das Comunicações decidiu proibir o multicast para atingir, em especial, a TV Cultura. Abriu exceção, porém, paras emissoras públicas federais de TV, porque elas, interessadas na multiprogramação, reagiram desde o início contra a proibição. Hélio Costa, então, criou uma justificativa risível: ”As emissoras públicas federais vão conduzir uma experiência nacional para que o Ministério das Comunicações avalie a conveniência ou não do uso da multiprogramação no País”.

Será que, pela mesma lógica, essas emissoras federais irão fazer também experiências sobre interatividade, mobilidade e portabilidade – para que o ministério avalie a conveniência da liberação do uso desses recursos no País?

Vale lembrar que, mesmo sem ser legalmente obrigada a fazê-lo, a TV Cultura pediu formalmente ao Ministério das Comunicações, em dezembro passado e em janeiro deste ano, autorização para fazer as transmissões experimentais, por intermédio da multiprogramação, de seus projetos Univesp, de universidade virtual, e Multicultura, sob a responsabilidade e supervisão das três universidades estaduais paulistas (Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas e Universidade Estadual Paulista). Não obteve nenhuma resposta a seus pedidos.

AUTORITARISMO

Ameaçando lacrar os transmissores digitais da TV Cultura, Hélio Costa agiu como se a emissora estivesse cometendo um crime. Não conseguiu sequer disfarçar seu objetivo maior que era criar constrangimento ao governador José Serra e reduzir-lhe a visibilidade nacional, porque o ministro age como se o País estivesse em plena campanha sucessória.

É difícil acreditar que o capricho de um ministro pode chegar ao ponto de criar obstáculos para a uma televisão pública, como a TV Cultura, impedindo-a de levar ao ar programas de alto padrão de qualidade cultural. Mesmo sendo ela a emissora educativa brasileira mais premiada internacionalmente e que tem, de longe, a melhor programação entre as TVs públicas do País.

Que belo presente à emissora que em junho completa 40 anos.

Copyright 2009 – O Estado de S. Paulo – Todos os direitos reservados

Brave New Financial World (Bravo Novo Mundo Financeiro)

março 31, 2009

Enquanto nosso Presidente (ora com marolinhas, ora acusando os países mais ricos) esbraveja em relação ao G-20, sua equipe econômica sequer consegue fazer chegar aos economistas topo de linha internacionais quais são as idéias do Brasil em relação a uma nova ordem financeira global!

Vejam só o que escreveu o Prof. Kenneth Rogoff para o www.koreatimes.co.kr!

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Brave New Financial World

By Kenneth Rogoff
Project Syndicate

03-29-2009 16:04

CAMBRIDGE ― A huge struggle is brewing within the G-20 over the future of the global financial system. The outcome could impact the world ― and not only the esoteric world of international finance ― for decades to come.

Finance shapes power, ideas, and influence. Cynics may say that nothing will happen to the fundamentals of the global financial system, but they are wrong. In all likelihood, we will see huge changes in the next few years, quite possibly in the form of an international financial regulator or treaty.

Indeed, it is virtually impossible to resolve the current mess without some kind of compass pointing to where the future system lies.

The United States and Britain naturally want a system conducive to extending their hegemony. U.S. Treasury Secretary Timothy Geithner has recently advanced the broad outlines of a more conservative financial regulatory regime.
Even critics of past U.S. profligacy must admit that the Geithner proposal contains some good ideas.

Above all, regulators would force financiers to hold more cash on hand to cover their own bets, and not rely so much on taxpayers as a backstop.

Geithner also aims to make financial deals simpler and easier to evaluate, so that boards, regulators, and investors can better assess the risks they face.

While the rest of the world is sympathetic to Geithner’s ideas, other countries would like to see more fundamental reform.

Russia and China are questioning the dollar as the pillar of the international system. In a thoughtful speech, the head of China’s Central Bank, Zhou Xiaochuan, argued the merits of a global super-currency, perhaps issued by the International Monetary Fund.

These are the calmer critics. The current president of the European Union’s Council of Ministers, Czech Prime Minister Miroslav Topolanek, openly voiced the angry mood of many European leaders when he described America’s profligate approach to fiscal policy as “the road to hell.”

He could just as well have said the same thing about European views on U.S. financial leadership.

The stakes in the debate over international financial reform are huge. The dollar’s role at the center of the global financial system gives the U.S. the ability to raise vast sums of capital without unduly perturbing its economy.

Indeed, former U.S. President George W. Bush cut taxes at the same time that he invaded Iraq. However dubious Bush’s actions may have been on both counts, interest rates on U.S. public debt actually fell.

More fundamentally, the U.S. role at the center of the global financial system gives tremendous power to U.S. courts, regulators, and politicians over global investment throughout the world. That is why ongoing dysfunction in the U.S. financial system has helped to fuel such a deep global recession.

On the other hand, what is the alternative to Geithner’s vision? Is there another paradigm for the global financial system?

China’s approach represents a huge disguised tax on savers, who are paid only a pittance in interest on their deposits. This allows state-controlled banks to lend at subsidized interest rates to favored firms and sectors.

In India, financial repression is used as a means to marshal captive savings to help finance massive government debts at far lower interest rates than would prevail in a liberalized market.

A big part of Russia’s current problems stems from its ill-functioning banking system. Many borrowers, unable to get funding on reasonable terms domestically, were forced to take hard-currency loans from abroad, creating disastrous burdens when the ruble collapsed.

Europe wants to preserve its universal banking model, with banks that serve a broad range of functions, ranging from taking deposits to making small commercial loans to high-level investment-banking activities.

The U.S. proposals, on the other hand, would make universal banking far harder, in part because they aim to ring-fence depository institutions that pose a “systemic risk” to the financial system.

Such changes put pressure on universal banks to abandon riskier investment-bank activities in order to operate more freely.

Of course, U.S. behemoths such as Citigroup, Bank of America, and JP Morgan will also be affected. But the universal banking model is far less central to the U.S. financial system than it is in Europe and parts of Asia and Latin America.

Aside from its implications for different national systems, the future shape of banking is critical to the broader financial system, including venture capital, private equity, and hedge funds.

The Geithner proposal aims to reign in all of them to some degree. Fear of crises is understandable, yet without these new, creative approaches to financing, Silicon Valley might never have been born. Where does the balance between risk and creativity lie?

Although much of the G-20 debate has concerned issues such as global fiscal stimulus, the real high-stakes poker involves choosing a new philosophy for the international financial system and its regulation.

If our leaders cannot find a new approach, there is every chance that financial globalization will shift quickly into reverse, making it all the more difficult to escape the current morass.

Kenneth Rogoff is professor of economics and public policy at Harvard University, and was formerly chief economist at the International Monetary Fund (IMF). For more stories, visit Project Syndicate (www.project-syndicate.org).

Accenture opens management consulting innovation center in Singapore (Accenture abre centro de inovação em consultoria de gestão em Cingapura)

março 30, 2009

Pelo visto as consultoras internacionais assumiram definitivamente a questão da inovação! É o que reporta o www.theasianbanker.com!

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Published March 30, 2009 

Accenture opens management consulting innovation center in Singapore
 
Accenture has officially opened its Management Consulting Innovation Center in Singapore to serve as a regional hub for developing innovative strategies that focus on maximizing opportunities and minimizing risk in a rapidly changing economy and increasingly global business environment. The Center will enable clients to work with experienced consulting teams to further develop and align their business strategies in such areas as operational excellence, cost management and sustainability. Accenture will provide tangible solutions through case studies, diagnostic tools, simulation scenarios and hands-on demonstrations of leading-edge practices. The Center will also be a resource to help clients identify and enter new markets, increase revenues in existing markets and deliver their products and services more effectively and efficiently.On a rotating basis, Accenture experts from around the world will work with clients in collaborative workshops and will develop thought leadership, research and intellectual property. These consultants will also work with professionals in other Accenture innovation centers and teams around the globe to integrate management consulting capabilities with insights from the company’s technology consulting, systems integration and outsourcing experts to better serve clients in the Asia Pacific region.

“We have created a unique environment in Singapore that brings together highly skilled individuals with the experience, knowledge, tools and technology to help our clients lay the foundation for their future growth,” said Mark Foster, Accenture’s group chief executive, Management Consulting & Integrated Markets. “With businesses facing issues more challenging than ever, those who regularly review, refine and adopt their strategies to respond to market trends will come out of the current economic climate better positioned for the future. Our Innovation Center is designed to help clients adopt strategies that will ensure that success.”

According to Teo Lay Lim, Accenture’s country managing director for Singapore, “Singapore serves as the regional headquarters for more than 4,000 multinational corporations, is a regional hub for innovation and also boasts one of the most highly skilled workforces in the world. This was the basis for our decision to open Accenture’s first Management Consulting Innovation Center here. As we help organizations navigate the new business landscape that is unique to Asia Pacific, the Center draws on Accenture’s global intellectual property and insights from the region and around the world, and combines that with innovation and technology to help drive business results.”

Accenture has partnered with the Economic Development Board in Singapore to open this Center. “We are delighted that Accenture has chosen Singapore as the location for its innovation center. Accenture can leverage Singapore’s position as the ‘home base’, away from home for these multi-national companies to address business challenges faced by clients across the different cultural, political and socio-economic climates in Asia,” said Dr. Beh Swan Gin, managing director, Singapore Economic Development Board.

Through tailored workshops, Accenture’s management consultants will work with clients initially on six key business imperatives:
· Rapid and sustained cost management
· Operational excellence
· Sustainability
· Effective mergers and acquisitions
· Customer acquisition and retention
· Innovation

Accenture established operations in Singapore in 1975 and today has a strong presence in the market, serving domestic and international clients on transformation programs across a wide range of industries, including energy, telecommunications, high technology, financial services, consumer packaged goods and transportation, as well as with organizations in the publicservice sector.

Re-disseminated by The Asian Banker

 

 

ComScore releases its study of online automotive advertising (ComScore libera seu estudo sobre propaganda online do setor automotivo, nos EUA)

março 28, 2009

 Eis ai mais um indicativo de que a propaganda online está EFETIVAMENTE mudando os parâmetros da indústria da mídia!  O post é do topnews.us!

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ComScore releases its study of online automotive advertising

Automotive Advertising

The leader in measuring the digital world, ComScore, Inc. on March 25 released the findings of its study of online automotive advertising, based on data from the comScore Ad Metrix service, including the debut release of data from comScore’s new product-level dictionary. 

The ComScore study found that Ford Motor Company was the top auto advertiser in January with 481 million display ad impressions, followed by Toyota with 384 million and General Motors with 316 million. The top ten auto manufacturers accounted for 58 percent of the 1.9 billion ad impressions in the segment, with the “Big Three” U.S. automakers  (Ford, GM and Chrysler) accounting for 26 percent.

According to the ComScore study, the automotive advertisers delivered nearly 2 billion ad impressions and reached 120 million people, or 65 percent of the total Internet audience, in January 2009. It indicates a decline of 43 percent in online ad impressions for the auto industry versus January 2008.

The ComScore study also found the most advertised SUV and Fuel Efficient/Hybrid vehicles using the new comScore Ad Metrix product dictionary, which allows an identification of online advertisements at the product level. The study found that GMC Yukon was the most advertised SUV online, while Chevy Malibu toped among “green” models.

According to the study, the auto companies delivered six times more display ads for SUVs (65.0 million) than Fuel-Efficient/Hybrid models (9.9 million) in January 2009. The most advertised SUV model online was the GMC Yukon, with 22 million ad impressions, followed by the KIA Borrego (10.3 million) and Toyota Sequoia (8.5 million). The top “green” model advertised online was the Chevy Malibu, which received 1.4 million ad impressions promoting its fuel-efficiency or hybrid model, followed by the Lexus LS Hybrid (1.2 million) and Lexus RX Hybrid (1.0 million).

Jeff Hackett, comScore senior vice president, said, “The collective online advertising strategy of automakers shows a low level of online advertising for their green models and higher levels for their heavier gas consumption vehicles. While SUVs may still drive a larger share of sales for the automakers, comScore research has shown that online is an effective brand-building medium and now might be a good time to begin shifting allocation of dollars and mindshare towards the models of the future.”

Read more: “ComScore releases its study of online automotive advertising | TopNews United States” – http://topnews.us/content/24634-comscore-releases-its-study-online-automotive-advertising#ixzz0B4Hg1fEJ

Twitter Tips and Tricks from Guy Kawasaki (Dicas e armadilhas do Twitter por Guy Kawasaki)

março 27, 2009

Dicas muito boas sobre o Twitter vindas de Guy Kawasaki, postadas hoje no blog de Don Dodge!

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Twitter Tips and Tricks from Guy Kawasaki


Guy Kawasaki did a keynote speech/demo at the SES conference yesterday on how he uses Twitter. Guy is a sensational marketer, one of the original Apple Evangelists, and founder of AllTop. He says “Twitter is the most powerful marketing tool invented since TV,…and it’s free. Bill Gates or LonelyGirl only get 140 characters. The true democratization of media.” Guy has some very clever ways of using Twitter, and tools to help spread his message. Here are 10 Twitter Tips from Kawasaki’s presentation.
1. Forget the A-Listers – If your goal is to get Robert Scoble or Mike Arrington to write about you or ReTweet your stuff…you will be disappointed. Instead, find the people who care about you and your interests. Promote yourself and they will find you, and become your best evangelists.
2. Twitter is a numbers game – Get as many followers as possible by commenting on lots of different topics. There are audiences for every topic. To illustrate this Guy tweeted on stage “Check out peanut-butter mini cheesecakes http://adjix.com/a8fh” About 10 minutes later 40 people had already ReTweeted (RT) that message.
3. Follow everyone who follows you – Guy follows over 100,000 people, and has 94,000 followers. Guy says “It is arrogant to think you are worth following, but the person following you is not worth following”. He may be right in principle, but in fact, he can’t possibly follow that many people. He admitted that he really only reads @replies to him, and direct messages (DM). He also has an automated system that follows people who follow him. Personally, I think this results in an illusion of followers where very few really “follow” or listen to anyone. What I call Twitter Litter.
4. ReTweets measure success – “ReTweets are the sincerest form of flattery” Guy uses Twitter Search and Retweetist to monitor how many people RT what he has written. Twitalyzer is a tool to measure your Twitter influence, and of course it ranks Kawasaki #1. TwitterCounter is another tool that measures the top 100 Twitters. Celeb Twitters are far more popular than tech leaders. Ashton Kutcher @aplusk and Britney Spears @britneyspears are the top two individual Twitters.
5. Be an unabashed copycat – Use Twibs to see what other top Twitters are writing about. Popular topics attract more followers. Search engines help them find you. Use AllTop to find the top stories on any subject, such as Venture Capital.
6. Search Twitter – Searching Twitter streams is a great way to find new followers, customers, or marketing opportunities. Advanced Twitter Search lets you filter searches by specific words, locations, distances, people, dates, or attitudes. Guy searched for SEO within 100 miles of the NYC zip code 10019. He used another example of a a brake shop searching Twitter for “brake job”. He then does a Direct Message (DM) to those people and closes about 10% for brake jobs. Twitter can be a direct marketers dream.
7. Twitter Tools – Guy uses TweetDeck and Twhirl to filter tweets into condensed categories like @replies, Direct Messages, and certain search terms. Cotweet lets businesses have multiple users on one or many Twitter accounts. Good for multiple people monitoring a customer service Twitter account so that any one could respond to a tweet for help. Tynt Tracer can be added to your blog or web site. When your content is copied, Tracer automatically adds an attribution link to claim it as yours. Guy also uses Tweetie, a Twitter client for the iPhone.
8. Squeeze the trigger – Twitter is new so you need to experiment and take some risks. “Some people think Twitter is social networking and wrong to use for marketing purposes,” Kawasaki said. “I have obviously never had that limitation.” Kawasaki uses TwitterHawk which generates automatic Twitter responses to specific key word searches. For example, if you are tracking “Britney Spears” TwitterHawk will find all tweets that mention her and automatically send a canned tweet from you that might say “I see you like Britney Spears. Check out my site at AllTop totally devoted to finding all the news about Britney”. Guy jokingly said about TwitterHawk “When I do it, it is clever marketing, when someone does it to me it is spam”.
9. Make it easy to share everything – Use buttons for “Share this on Facebook” or “Follow me on Twitter” on your blog and web site. It is simple but lots of people use it. Kawasaki uses TwitterFeed which automatically post his AllTop tweets to the Twitter accounts of other followers who opt in. Sort of like a syndication service. Almost 600 people have agreed to do this for Kawasaki.
10. Take the Heat – Guy has taken some heat for his Twitter tactics and has been called a spammer more than once. He has a simple response, UFM, which means UnFollow Me. “Some people think I don’t use Twitter right”. “They think Twitter is for communicating what you had for breakfast or complaining about the lines at Starbucks…but I do it a different way…. I do extreme things.” Guy definitely pushes the envelope, tries new experiments, and is blazing new trails. The lead warrior always takes the first arrows. It comes with the territory. But, hey, unless you are the lead dog on the sled dog team…the view is all the same. I’ll take the arrows.

Satélites impulsionando o Desenvolvimento do País

março 26, 2009

Dois blocos de notícias da Telebrasil-Associação Brasileira de Telecomunicações (www.telebrasil.org.br), um de hoje, e, logo em seguida, outro de ontem, sobre um evento no Rio de Janeiro sobre Satélites no Brasil.
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Rio, 26 de março de 2009

A segunda e última parte da cobertura de “Satélites impulsionando o desenvolvimento do País – II”. O evento, organizado pela Telecom e ACRJ, ainda homenageou os pioneiros de satélites no Brasil.

SATÉLITE
Evento no Rio discute, com sucesso, como os satélites impulsionam o desenvolvimento do País – II
Segunda parte da reportagem cobrindo seminário efetuado pela ACRJ e pela Telecom sobre o tema “Satélites impulsionando o desenvolvimento do País”. O evento incluiu almoço em homenagem aos pioneiros de satélites no Brasil. Mais de 20 entidades – incluindo TELEBRASIL e Sindisat – apoiaram o encontro, que teve o patrocínio da Alcatel-Lucent, Hispamar, Hughes e Telefonica. Alcatel-Lucent, Hughes e Telefonica são associadas TELEBRASIL.
ABTA: ênfase no serviço DTH
Luis Otávio Marchezetti, da ABTA (Associação das Empresas de TV por Assinatura) e diretor de Engenharia da Sky, disse que o serviço de televisão DTH (Direct to Home) consegue cobrir 45 milhões de domicílios, com antenas de 45 a 60 cm. O principal concorrente do DTH são as oito milhões de parabólicas que recebem sinais na Banda C. Reconheceu que satélites são essenciais para o mercado de televisão. O DTH, que nasceu em 1994 nos EUA, chegou ao Brasil em 1996.
A partir de 1997, surgiram os serviços interativos via satélite e deu-se a fusão das operadoras Direct TV e Sky. Em 2008, surgiu a televisão de alta definição via satélite. Do ponto de vista comercial, o DTH – que detém 33% do mercado de TV por assinatura – é vantajoso se for considerado o número de canais veiculados e de domicílios atendidos. O serviço DTH oferece pacotes mais sofisticados para as classes econômicas A e B e mais econômicos para a classe C. O DTH é aplicável à educação remota e a serviços de comunicação corporativa.
Durante o debate que se seguiu, afirmou-se que não há mais como bloquear para a população os sinais de televisão via satélites na Banda C. A população já se acostumou a receber gratuitamente programas em suas parabólicas espalhadas pelo País. A Anatel considerou ser este um item importante e lembrou que deve ser considerado o impacto da televisão via satélite para a integração nacional.
Petrobras: satélites para as plataformas
A gigante do petróleo brasileira foi representada no seminário pelo gerente de Telecomunicações, Firmiano Ramos Perlingueiro. Lembrou o palestrante que a Petrobras deve chegar a 2020 como uma dentre as cinco maiores empresas do mundo. De 2009 a 2013, estão previstos US$ 174 bilhões de investimentos. Foi a Lei 2.004 de 1953, assinada por Getúlio Vargas, que criou a Petrobras. A empresa, hoje, se vê como um conglomerado voltado para a energia e não apenas para o e petróleo.
A estatal bateu, em 2009, um recorde diário de produção de petróleo no Brasil com 2,012 milhões de barris. Possui 109 plataformas de exploração e refina 2 milhões de barris/dia. Segundo dados de 2006, teve um faturamento de US$ 72,3 bilhões de dólares, possui 63 sondas de perfuração sendo 44 marítimas, 12.895 poços produtores, 109 plataformas de produção, 16 refinarias, 31.089 km de dutos e 5.870 postos de combustível e ainda investe na área de combustíveis renováveis e em pesquisa como o biodiesel e o biogás.
Na área internacional, o Cone Sul é prioritário para a Petrobras, que opera na Argentina e Golfe do México, tem refinarias no Japão e EUA, e atua também na África. As telecomunicações da Petrobras foram integradas numa grande rede multisserviços com tecnologia IP e MPLS (Multiprotocol Label Switching). A rede deve levar em conta duas situações: as aplicações sensíveis ao atraso (como na videoconferência) e as sensíveis à perda de pacotes (como para processamentos sísmicos).
A tecnologia de satélites é importante para a Petrobras, pois possui um tempo de reação rápido para a sua implantação, o que representa uma vantagem como no caso de plataformas para a pesquisa e exploração como do pré-sal e em águas profundas.
GESAC: foco na entrega de mais 12 mil pontos
Heliomar Medeiros, diretor do GESAC (Governo Eletrônico Serviço de Atendimento ao Cidadão) do Ministério das Comunicações (Minicom), explicou que o objetivo do programa é disponibilizar o acesso à Internet e mais um conjunto de outros serviços de inclusão digital para as comunidades “excluídas”. Segundo dados de agosto de 2007, eram 3,5 mil pontos de presença do GESAC.
O programa está levando conexão de Internet a milhares de escolas públicas do Brasil. O GESAC ainda conecta com outros 7 mil telecentros instalados em bibliotecas, associações civis e militares, aldeias indígenas, quilombolas e pontos de cultura. O Minicom pretende ampliar o programa para pelo menos 25 mil pontos até 2010, visando levar banda larga a todos os municípios do País. O Ministério está focado em implantar proximamente mais 12 mil pontos.
Lembrou o palestrante medidas tomadas pelo Governo na direção da universalização dos serviços. Houve a troca da obrigação de implantar 8,4 mil PSTs (postos de serviços de telecomunicações) do PGMU (Plano Geral de Metas de Universalização) por infra-estrutura de banda larga em todo o Brasil. Até 2010, deverão estar conectadas a 1 Mbit/s, 56 mil escolas urbanas. No leilão do serviços móveis de terceira geração, os blocos ofertados incluíram localidades comercialmente mais e menos favoráveis. Será reativado o leilão para a faixa de 3,5 GHz (Wi-Max), cancelado em 2006.
Brasil: Broadband to Rural America over Satellite Integratede Links
O palestrante Harald Skinnemoen tratou do Projeto Brasil, um acrônimo feito para lembrar a utilização de enlaces integrados via satélite para levar banda larga para as regiões rurais da América Latina, no âmbito do sexto Programa da União Européia em favor de promover o padrão tecnológico DVB-RCS (Digital Video Broadcasting – Return Channel via Satellite).
Disse o palestrante que Noruega e Brasil assinaram, em 2008, um memorando de entendimento para o Fundo Amazonas de Proteção ao Meio Ambiente, envolvendo US$ 100 milhões para projetos sobre o clima, mas que nada ainda foi finalizado em relação ao agreement.
Harald Skinnemoen mostrou com slides o que as ligações por satélite podem fazer em caso de emergências em regiões distantes, misturando técnicas de localização com GPS, de comunicação celular e de software. O tempo de resposta em situações emergenciais em localidades e regiões remotas é um fator vital que pode ser melhorado por intermédio da implantação de um sistema que apresentou.
AEB: Alcântara tem vantagem competitiva
Carlos Ganem (ex-Finep, ex-CTB e Embratel), presidente do Conselho Superior da AEB (Agência Espacial Brasileira), autarquia vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MC&T) – criada em 1994 juntamente com o PNDAE (Plano Nacional de Atividades Espaciais) –, iniciou sua palestra keynote lembrando as grandes dimensões do País: 8,5 milhões de km2; 8 mil km de costa marítima e 180 milhões de pessoas com necessidades em alimentação, proteção e comunicação.
Afirmou o palestrante que temos capacitação para a inovação tecnológica incremental ou radical. Só o cadastro da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), uma empresa pública ligada ao MC&T, registra 85 mil profissionais. Todavia, no âmbito das autoridades financeiras e do Legislativo, não se dá mérito à inovação tecnológica – cultura, ciência e inovação não são temas privilegiados – para um país que possui excelentes universidades e institutos de tecnologia.
– Satélites para navegação, observação da Terra e telecomunicações; centros de imagem; e foguetes podem ser um excelente negócio para o País” – defendeu Carlos Ganem. Dezesseis países já procuraram a AEB visando parcerias. A atividade do agronegócio gera em média um valor agregado de US$ 0,20 por kg; um avião, US$ 10 mil por kg; e um satélite, US$ 50 mil/kg. Com o CBERs (China-Brasil Earth Ressource Satellites), inaugurou-se uma cooperação na área espacial de sucesso entre países emergentes.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais tem 70% de seu orçamento proveniente da AEB. O Inpe, do MC&T; e o Departamento de P&D (DEPED), do Comando da Aeronáutica (COMAer), do Ministério da Defesa, respondem pela execução do PNAE (Programa Nacional de Atividades Espaçais), cujo orçamento em 2008 foi de R$ 182 milhões (44% para satélites e aplicações e 16% para lançadores).
Desde do início de 2000, o País discute o Projeto SGB (Satélite Geoestacionário Brasileiro). Em 2006, a parceria entre o CPqD (Fundação de P&D), o CTA (Centro Técnico da Aeronáutica) e a Atech (fundação de 1997 e nascida com o Sivam) entregou ao Ministério da Defesa as especificações do projeto. Os objetivos do SGB – com três artefatos em teste até 2009 – são voz e dados para tráfego aéreo e para informações sigilosas de governo, defesa e a segurança nacionais, além de oportunidades para a indústria brasileira, universidades e centros de pesquisa.
– O Conselho Superior da AEB (21 membros do Governo) precisa ainda se manifestar sobre o assunto do SGB, ainda em 2009 – observou o presidente Carlos Ganem. Ele elogiou a posição (2º 18′ S) do centro lançador de Alcântara, no Maranhão – “uma melhor posição que a da Guiana e um dos 14 centros operacionais no mundo” –, que economiza até 30% de combustível para colocação de objetos em órbita.
Estão mantidos 8,7 mil Ha para a área de lançamento do VSL (Veículo Lançador de Satélites) brasileiro em Alcântara (MA), base em que ocorreu (em 22/08/2003) acidente no lançamento de um VLS-1 (envia 200 kg a 600 km), em que pereceram 21 pessoas, inclusive especialistas. O VLS-1B envia 600 kg a 800 km).
A Alcântara-Cyclone Space (ACS), parceria entre o Brasil e a Ucrânia, trabalha no Cyclone-4 (1,6 t em órbita de transferência geoestacionária). “Em dez anos, a base de Alcântara terá demonstrada sua vantagem competitiva”, afirmou Carlos Ganem, enfatizando que a AEB quer adensar a cadeia produtiva e criar um mercado de lançamento para o Brasil. A AEB é um projeto do Estado brasileiro e transcende governos.
Encerramento
Encerraram o seminário seus promotores, pela ACRJ, Luiz Guilherme Schymura; e pela Telecom, Roberto Aroso Cardoso. Ambos registraram a riqueza das apresentações cujo temário correu por conta do consultor José Cristovam, da empresa Unisat, que organizou o evento. Ambos agradeceram aos patrocinadores e aos apoiadores do evento, que contou com cerca de 200 participantes.
Seguiu-se ao seminário um almoço – no recém-inaugurado espaço Moreira Leite, da ACRJ –, em homenagem aos pioneiros que colocaram o Brasil, em 1963, dentre os cinco primeiros países no mundo a falar através de satélites, como parte do Projeto Relay I da Nasa (Agência de Aeronáutica e Espaço).
Os pioneiros Carlos Henrique Moreira, João Carlos Pinheiro da Fonseca, Rômulo Villar Furtado e Marcello Peixoto Ribeiro receberam o diploma “Visconde de Mauá”, da ACRJ, e a medalha “General Rondom”, da AB Telecom, que também outorgou diplomas de mérito aos engenheiros pioneiros Almir Ferreira da Costa, Benjamin Sankievicz, Carlos Martius Magalhães Costa e Nicholas Brooking. Participaram da homenagem, dentre outros, o ex-ministro Quandt de Oliveira (presidente do CC da Telecom), Roberto Aroso Cardoso (presidente da Telecom) e Luis Guilherme Schymura (presidente do Conselho Empresarial de TCs da ACRJ).
Ao falar pelos pioneiros, João Carlos Pinheiro da Fonseca lembrou Louis Pasteur, quando registrou que “a inovação aparece para quem está o lugar certo, no momento certo e estiver preparado”. (JCF)

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Rio, 25 de março de 2009

A primeira parte com a cobertura de “Satélites impulsionando o desenvolvimento do País”. O evento, organizado pela Telecom e ACRJ, ainda homenageou os pioneiros de satélites no Brasil.

SATÉLITES
Evento no Rio discute, com sucesso, como os satélites impulsionam o desenvolvimento do País – I
Anatel, Ministérios das Comunicações (GSAC), da Ciência e Tecnologia (AEB) e da Defesa (C&T) e setor privado debateram no Rio de Janeiro, em 13/03/2009, o tema “Satélites impulsionando o desenvolvimento do País”. A iniciativa foi da AB Telecom e da ACRJ e incluiu almoço em homenagem aos pioneiros de satélites no Brasil. Mais de 20 entidades – incluindo TELEBRASIL e Sindisat – apoiaram o evento, que teve o patrocínio da Alcatel-Lucent, Hispamar, Hughes e Telefonica. Alcatel-Lucent, Hughes e Telefonica são associadas TELEBRASIL.
No amplo saguão de entrada do Palácio do Comércio, sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro, onde ocorreu o evento, em contraste com o busto em bronze de D. João VI, uma moderna parábola de 1.80 m (Hughes), em montagem off-set, e um grande banner descritivo do evento introduziam o clima do seminário sobre satélites, que transcorreu no Centro de Estudos Sociais e Econômicos no subsolo, totalmente tomado por participantes.
O presidente da ACRJ, Olavo Monteiro de Carvalho, ao dar boas-vindas, destacou o trabalho do Conselho de Telecomunicações da casa, presidido por Guilherme Schymura (ex-presidente da Anatel). Este enfatizou a importância das telecomunicações para o desenvolvimento do País. Roberto Aroso Cardoso, que participou da abertura, e José Cristóvam (Unisat), respectivamente, presidente e diretor da AB Telecom, mediaram o encontro. Em destaque, a figura do ex-ministro das Comunicações Euclydes Quandt de Oliveira, presidente do Conselho Consultivo da Telecom.
Anatel: incentivo a ERBs em aeronaves
A Anatel foi representada pelo superintendente de Serviços Privados e pelo gerente geral de Serviços Globais, respectivamente, Jarbas Valente e João Carlos Albernaz. Enfatizaram os reguladores que, na área satelital, o Brasil pratica preços competitivos – o valor do MHz caiu dez vezes – e é operacionalmente eficiente. O País detém 2% do mercado de satélites no mundo e mais da metade (58%) na América Latina. O País possui 17 posições orbitais coordenadas junto à UIT e pode pedir prorrogação de prazo para sua ocupação mandatária, caso não utilize alguma delas.
São três operadores de satélites no País – todos com sede no Rio de Janeiro –, com oito (em breve nove) artefatos geoestacionários brasileiros. O quadro se completa com quase 50 artefatos estrangeiros, autorizados pela Anatel a operar com o Brasil e que incluem três sistemas não estacionários (Iridium, GlobalStar e Orbcomm). Do lado da oferta, o mercado satelital brasileiro se caracteriza por uma grande empresa dominante, disse a Anatel. O Brasil privilegia a utilização das Banda C e Ku.
O mercado satelital está em expansão para acomodar o filão das comunicações móveis. Previram os especialistas que, até 2012, cada brasileiro estará dotado de seu próprio celular. As aplicações satelitais em telefonia, rastreamento, banda larga e estações a bordo de navios também vão continuar crescendo.
Satélites são importantes para a integração social e digital, como demonstra o programa governamental GESAC. O País conta com um parque de 20 milhões de parabólicas instaladas. A Anatel e a UIT estão incentivando a colocação de estações radiobase móveis (ERBs) a bordo de navios e aeronaves, com as operadoras provendo o necessário roaming (interconexão) sateliltal.
O Brasil, via Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), utiliza dois satélites próprios (SCD 1 e 2 para coleta de dados) e um satélite CBERS-2B (China-Brasil Earth Ressource Satellites), lançado em 2007 numa parceria com a China (responsável pelo lançamento do artefato). Há também o PREP (Programa de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras) via satélite, coordenado pela Marinha do Brasil e de adesão obrigatória para todo pesqueiro estrangeiro. Futuros sistemas de radionavegação vão envolver GPS (Global Positioning Systems), ESV (Earth Station on Vessels) e VMES (Vehicle Mounted Earth Station).
Para o futuro, prevê a Anatel regular a revenda de capacidade satelital; atacar o assunto da representação legal; e atualizar a regulamentação do Serviço Móvel Global por Satélite (SMGS). Deverá fazer, em breve, chamamento público para novos satélites brasileiros e ocupação de posições orbitais.
Durante o debate com a platéia, a Anatel explicou que para municípios abaixo de 30 mil habitantes o compartilhamento da infra-estrutura é mandatário. Há a idéia também do estabelecimento de uma “remuneração diferenciada” na TURL (Tarifa de Uso da Rede Local) para incentivar as telecomunicações em áreas difíceis do País. O assunto do SGB (Sistema Geoestacionário Brasileiro) é da AEB (Agência Espacial Brasileira).
Ministério da Defesa: projeto Siscomis
O contra-almirante Maurílio Euclides Ferreira da Silva, diretor de C&T do Ministério da Defesa, explicou que o “Sistema de Comunicações Militares por Satélite (Siscomis) é uma estrutura militar de guerra, com a participação das forças armadas combinadas”. Em tempo de paz, possibilita ao “país estar preparado para os tempos de guerra”.
O Sistema já considera a otimização alcançada com a integração das redes de comunicação dos três comandos militares (Marinha, Exército e Aeronáutica). O ano de 1994 viu a chegada da Banda C (4 GHz) para o Siscomis e, em 2000, o da Banda X (8 GHz), que Ferreira da Silva qualificou de “confiável e excelente”. Brasília abriga o comando superior do Siscomis. O teatro naval fica no Rio de Janeiro e o das operações terrestres, em Curitiba. Ainda a considerar as cidades de Campo Grande e Belém (com mais capacidade na Banda X).
O Siscomis, hoje, possui 23 estações terrenas transportáveis (serão 28) com oito (previsão de 11) em navios, compreendendo o porta-aviões São Paulo. O sistema também opera na Banda Ku, em apoio à navegação fluvial. Atualmente, no Siscomis, são 1619 canais via satélite que interligam 387 organizações militares. A cobertura do sistema envolve do Caribe (há uma estação no Haiti) à Antártida. Até 2015, há uma previsão de se chegar a 150 estações terrenas.
Além da Banda X (8 GHz) de uso militar, são utilizadas a Banda L (1,5/2,5 GHz) para uso aeronáutico e naval, a Banda Ka (17/21 e 27/31 GHz) para veículos aéreos não tripulados e a Banda Ku (14 GHz) para uso fluvial.
Abrasat: um olhar sobre o Intelsat
O presidente da Abrasat (Associação Brasileira das Empresas de Telecomunicações por Satélites), Manoel de Almeida, com uma vida dedicada ao mundo dos satélites, deu enfoque histórico à sua palestra.
Em seguida às experiências pioneiras da Nasa (Agência Nacional de Aeronáutica e Espaço) com o Relay e Telstar, em 1963 – nas quais o Brasil participou –, foi criado, em 20/08/1964, por iniciativa norte-americana, o International Telecommunications Consortium, conhecido como Intelsat.
No ano seguinte, o Consócio lançou o primeiro satélite síncrono, Early Bird (pássaro madrugador), rebatizado de Intelsat I, a que seguiu, em 1969, o Intelsat III cobrindo a região do Índico. Em 20/06/1969, foi o Intelsat que mostrou para o mundo inteiro as históricas imagens de TV com a chegada do homem (Neil Armstrong no módulo lunar Eagle da Apollo 11) à Lua. “O satélite por sua onipresença sempre teve a característica da televisão”, comentou Manoel de Almeida.
A Embratel, ainda como operadora estatal, lançou em 08/02/1985, da Base de Kouru, na Guiana Francesa, o “satélite doméstico” Brasilsat A1, a que se seguiu o Brasilsat A2 (28/03/1986). Inicialmente, a vocação natural dos satélites de comunicações foi a de interligar continentes e efetuar entroncamentos de suas telecomunicações. Satélites de maior potência e pay load, “iluminando” o solo com sinais mais intensos, fizeram surgir as estações VSATs (Very Small Aperture Antenas) e o serviço DTH (Direct to Home).
– O satélite agora atende ao usuário em todo o lugar e não apenas serve para uso em lugares remotos – observou o palestrante, que também representa o Intelsat no Brasil, acrescentando que “o celular via satélite dá um bom casamento e a solução rádio Wi-Max com satélite é campeã”. Analisando o mercado, disse Manoel Almeida que “satélites estão partindo para soluções regionais, otimizando o uso de banda e utilizando a Banda Ka”.
Abert: satélites para interiorização da TV digital
Proferiu palestra pela Abert (Associação Brasileira de Rádio e Televisão) Liliana Nakonechnyj, diretora da TV Globo e presidente da SET (Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão).
Desde os primórdios, televisão e satélites estiveram interligados. Nos anos 1981 e 1982, a televisão começou a ser feita “ao vivo”, graças a utilização de satélites. As imagens da Copa do Mundo de 70 e as Olimpíadas de Munique (1972) foram transmitidas por satélites, via Embratel.
Explicou Liliana Nakonechnyj que os mecanismos de compressão de vídeo digital revolucionaram a televisão. “Geradora” caracteriza quem produz programas locais e “retransmissora” quem retransmite a programação recebida. A televisão é um serviço de natureza local, cujo conteúdo é somente para aquela localidade. O mecanismo de “cabeça de rede” intervém, ao se tratar de programas nacionais divulgados em cadeia.
Satélites são utilizados em televisão para distribuição nacional e regional de programas, num esquema ponto-multiponto e para levar “contribuições” para localidades remotas. Satélites são importantes para a interiorização da TV digital, queixou-se Liliana Nakonechnyj quanto à interferências causadas pelo uso do Wi-Max em 3,5 GHz sobre a recepção satelital da Banda C. (JCF)

Study: Online Newspapers Must Manage Relationships with Ad Networks Carefully (Estudo: Jornais Online devem gerenciar relações com redes de propaganda cuidadosamente)

março 26, 2009

Um importante relatório sobre redes de propaganda online foi divulgado esta semana pelo Media Management Center (MMC) at Northwestern University, nos EUA. Ver post abaixo do blog http://www.editorandpublisher.com.

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Study: Online Newspapers Must Manage Relationships with Ad Networks Carefully

By E&P Staff
Published: March 25, 2009 10:48 AM ET
 

CHICAGO Online advertising networks have grown from convenient ways to fill unsold banner ads to potential obstacles for maximizing publisher profits on the Web, concludes a study released Wednesday by the Media Management Center (MMC) at Northwestern University.

For online newspapers and other content publishers, managing relationships carefully with those online ad networks “can mean the difference between earning 50 cents and earning 50 dollars per 1,000 impressions,” the MMC study found.

The report, “Online Ad Networks: Disruption — and Opportunity — for Media Businesses,” argues that ad networks are increasingly defining the future of online content business as they sell not just a growing share of Internet advertising — generating significant income for content publishers — but become increasingly sophisticated, serving ads dynamically based on previous customer behavior and real-time feedback. Advertising becomes more measurable, accountable and personalized, the MMC notes.

But what’s good for advertisers is not necessarily good for publishers, the MMC adds: “Among four publishers studied for the Interactive Advertising Bureau, the average revenue from ad networks (measured in CPMs, or cost per thousand impressions) was one-sixteenth the revenue generated by ads sold by the publisher’s sales staff.”


The largest networks, MMC adds, will fill a newspaper’s advertising inventory with banners that generate less than $1 CPM — when the publisher’s own sales staff could offer better-targeted ads that “might bring prices of $20, $30 or even $50 per 1,000 banners served.”

Scott Anderson, a former content and technology manager at Tribune Interactive, was the lead author, with Michael A. Silver, another former Tribune Co. executive contributing portions of the report. Silver is now the executive director of the Yahoo Newspaper Consortium. The report’s project manager and editor was Rich Gordon, MMC’s Director of New Communities and Director of Digital Innovation for Northwestern’s Medill School of Journalism.

Among the reports recommendations, as taken from the executive summary, are the following:

“Devote staff time and technology investment to tracking and optimizing their advertising revenue and their use of networks;

“Pay more attention to their ad inventory, understanding which ad positions are worth the most and which ones they should sell themselves rather than through a network;

“Understand and serve their core advertisers better than the networks can. MMC found that publishers will generate higher prices selling ads directly than by relying on networks, and they may have opportunities to help their advertisers and themselves by creating networks of their own;

“Consider partnerships that leverage complementary strengths, such as the Yahoo!-newspaper partnership that promises to generate new revenue for both Yahoo! and the hundreds of participating newspapers.”

The report can be downloaded

Twitter Enters Online Advertising With Microsoft Deal (Twitter entra na propagadna online com acordo com a Microsoft)

março 25, 2009

Twitter, a sensação do microblogging, está a procura de um modelo de negócio (que ainda não definiu apesar da popularidade)!  Ver matéria do Wall Street Journal online.

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Twitter Enters Online Advertising With Microsoft Deal
MARCH 24, 2009, 7:13 A.M. ET

By John Letzing

High-profile Internet start-up Twitter Inc. said Monday it’s making a foray into online advertising by selling sponsorship of a designated “ExecTweets” site to Microsoft Corp. (MSFT).

Twitter, a relatively young San Francisco-based service that has nonetheless raised at least $55 million in funding and drawn a rapidly growing pool of regular users, announced the advertising initiative on a company Web site.

The move is an answer to critics who have noted that red-hot Twitter hasn’t yet developed a business model to match its popularity. Twitter is used to spontaneously post everything from personal updates and observations to breaking news stories online, using 140 characters or less.

ExecTweets is a page that pulls in a collection of posts, or “tweets,” written by corporate executives, and features branding from Microsoft.

Twitter co-founder Biz Stone wrote on a company Web site that ExecTweets is being operated by online advertising firm Federated Media.

“Twitter is contacted regularly by brands interested in sponsoring innovative experiences based on topics of interest,” Stone wrote. “However, our focused commitment to Twitter itself means we don’t have much time or resources to build these interesting topical experiences.”

-By John Letzing; 415-439-6400; AskNewswires@dowjones.com


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