Archive for agosto \31\UTC 2007

Quem tem medo do Google?

agosto 31, 2007

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O Google é matéria de capa da nova The Economist. Uma excelente matéria!

Sandy: um exemplo da web semântica

agosto 31, 2007

Calma lá!  Esta Sandy não é a que o Prefeito do Recife gosta muito!

Ela é um exemplo da web semântica.  Esta web é assim chamada porque ela aspira se tornar uma rede lida tanto por máquinas quanto por humanos, ao adicionar simples tags, tecnicamente denominados metadados, às suas páginas.

Se você quiser ler mais um pouquinho, é só acessar este link de The Economist!

Hal Varian: Economista-Chefe do Google!

agosto 31, 2007

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Prof. Hal Varian (da School of Information, da Universidade da California, em Berkeley) se tornou o economista-chefe do Google!  Se a moda pega, não vai faltar chance para os economistas ligados á indústria de TI!

Parabéns Prof. Varian!

PS: Prof. Hal, que conheci pessoalmente em Berkeley em 1997, é um dos mais influentes economistas da indústria mundial de TI, de acordo com a Businessweek.

Políticas de Apoio Financeiro à Inovação Tecnológica: Avaliação dos Programas MCT/Finep para Empresas de Pequeno Porte

agosto 29, 2007

Quem quiser ler uma boa síntese do que tem acontecido recentemente no financiamento à inovação tecnológica no Brasil, basta dar uma lida no texto para discussão com o título acima, produzido por José Mauro de Morais, técnico do IPEA.   O texto, que pode ser baixado na seção de Publicações do site do IPEA (http://www.ipea.gov.br), tem o seguinte resumo:

“Este trabalho analisa os programas e ações de apoio financeiro à pesquisa e à inovação nas empresas de pequeno porte, desenvolvidos pelo Ministério da Ciência e Tecnologia / Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). São avaliados: i) Programa Juro Zero; ii) Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas (Pappe); iii) Pappe Subvenção à empresa de pequeno porte; iv) Concessão de Subvenção econômica às empresas, com reserva de parcela dos recursos para empresa de pequeno porte; v) Finep/Sebrae – Projetos de inovação tecnológica de pequenas empresas em cooperação com instituições científicas e tecnológicas; e vi) Projeto Inovar ? fomento ao mercado de capital empreendedor (capital de risco) para empresas de pequeno porte inovadoras. Para subsidiar a avaliação dos programas, desenvolvida na seção cinco, o trabalho discute, na seção dois, as dificuldades das pequenas empresas inovadoras no acesso ao crédito convencional, e apresenta um modelo conceitual sobre as diversas modalidades de aplicações de capital acionário voltados a empresas de menor porte, associadas ao ciclo de crescimento das empresas ao longo do tempo. Na seção três, são apresentadas informações sobre o apoio à pesquisa e à inovação nas empresas de pequeno porte em países desenvolvidos e avaliadas as experiências de alguns países em programas de apoio a mercados de capital de risco, com ênfase nas atividades de venture capital, nos Estados Unidos. Na seção quatro, é revista a legislação brasileira direcionada ao apoio à pesquisa e à inovação no setor produtivo, constituída pelos fundos setoriais de ciência e tecnologia, pelas diretrizes de Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE) e Lei da Inovação (Lei no 10.973/2004), realçando-se os pontos dedicados às pequenas empresas, além do Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Após a avaliação, na seção 5, dos programas MCT/Finep são apresentados na seção 6 o sumário e as conclusões finais.”
 

O Estado não cabe na Sociedade! (2)

agosto 28, 2007

“No artigo do dia 21/08 estivemos tratando do livro “Mercado de Capitais, Agenda de Reformas e Ajuste Fiscal”, organizado pelo economista Carlos Antonio Rocca, publicado em 2007 pela Editora Campus, e, de modo particular, de um artigo do Prof. Hélio Zylberstajn, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo-USP, intitulado “Uma nova aposentadoria para os novos trabalhadores”. Nele o Prof. Zylberstajn aponta que para cada R$ 100,00 de dispêndio do governo brasileiro, R$ 18 destinam-se ao pagamento dos juros da dívida pública, R$ 30 para o pagamento de benefícios previdenciários e R$ 52 para os demais gastos (aqui incluídos educação, saúde, transporte, etc.).  Ou seja, como aponta o Prof. Zylberstajn, o que os números dizem é que “o cobertor é grande, mas há muitos pés compridos para cobrir”. A questão principal é: como chegamos a este ponto?”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog da Folha de Pernambuco, que você pode acessar aqui!

Nintendo, Sony e Microsoft: os gigantes da tecnologia dos jogos (final)

agosto 27, 2007

“Ao longo dos últimos três artigos estivemos falando do que representam os games (jogos) e dos vídeo-games na educação atual, bem como das mais atuantes empresas da indústria dos jogos, como a Nintendo e a Sony. Hoje encerramos esta série com outra importante empresa atuante neste segmento, como é o caso da Microsoft.”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje na coluna Cultura Rai-Tec, do Jornal do Commércio On-Line, que você pode ler aqui!

Brasil: um país que está se tornando, finalmente, capitalista!

agosto 27, 2007

Enquanto os amigos do Presidente Lula desejam um país socialista, os números estão apontando que em seu governo o Brasil está se tornando verdadeiramente Capitalista (mas apelo para estes amigos não considerarem que foi mais uma obra do Presidente Lula, ou que pela “primeira vez na história” isto tenha ocorrido!).

E a constatação veio através do jornal Valor Econômico de hoje. A manchete da principal matéria diz o seguinte:

Financiamento via mercado de capitais já supera BNDES

Ou seja, o mercado de capitais já é o maior fonte de financiamento das empresas em seus projetos de longo prazo – essa função foi historicamente exercida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social-BNDES.

Como se pode ver na figura abaixo,  até o fim de julho, as companhias captaram por meio de emissões primárias de ações e debêntures cerca de R$ 32,1 bilhões, excluídas as captações de leasing. Esses valores são ligeiramente superiores aos R$ 31,2 bilhões desembolsados pelo BNDES em financiamentos a empresas no período.

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Isto demonstra que o setor privado (mercado de capitais), e não o governo, é o principal financiador do desenvolvimento, o que traduz a essência do sistema capitalista: ou seja, o Mercado, e não o Estado, é a base do sistema econômico!

Paradoxalmente isso acontece quando o chefe do Estado é um ex-líder da classe trabalhadora, e ex-líder de um partido que sempre defendeu o Socialismo!  Este mundo é cheio de supresas!

Programa de Apoio à Competitividade das Pequenas e Médias Empresas de Software (2)

agosto 27, 2007

“Registramos na Letterícia anterior a existência do “Programa de Apoio à Competitividade das Pequenas e Médias Empresas de Software”.  Este programa, coordenado pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – SOFTEX, tem como objetivo tornar as pequenas e médias empresas de software do Brasil mais competitivas em seu território e na região.  Seu propósito é validar um modelo de negócios que incremente a competitividade destas empresas através do uso de ferramentas de qualidade, de técnicas de internacionalização e localização, e de elos de negócios (associativismo).
Um de seus principais componentes é denominado Melhoria da Qualidade dos Produtos de Software.  Ele tem como objetivo a melhoria do processo de desenvolvimento do software brasileiro, e ficou nacionalmente conhecido como o MPS.BR.   Foi criado em dezembro de 2003 com duas metas iniciais:”

Esta é a introdução à newsletter da Creativante desta semana, que você pode acessar aqui!

O Estado não cabe na Sociedade! (1)

agosto 21, 2007

“Se há uma frase que ouvi do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso que gravei vividamente na memória, e que repito para mim sempre (e para meus alunos de vez em quando), é a que ele pronunciou no início de seu primeiro mandato (aqui transcrita na minha versão): “Até aqui o Estado esteve à frente da Sociedade; a partir de agora a Sociedade estará à frente do Estado”.

O título do artigo de hoje eu tomei emprestado de uma citação do ex-Ministro e ex-Deputado, Prof. Antonio Delfim Netto, e veio a propósito do meu desejo de colocar um tema no artigo de hoje (e vindouros) que refletisse algumas coisas de um livro que comprei semana passada em Brasília, e que quase devorei no avião de volta ao Recife.”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog da Folha de Pernambuco, que você pode ler aqui!

PS: gostaria de agradecer ao jornalista César Rocha o convite para contribuir neste blog da Folha de Pernambuco.  Agora que o mesmo está de saída daquele blog, desejo sucesso em suas novas iniciativas!

Programa de Apoio à Competitividade das Pequenas e Médias Empresas de Software

agosto 20, 2007

“Estivemos comentando, a partir da Letterícia 14, de 02/07/2007, sobre algumas razões pelas quais as pequenas e médias empresas de software e serviços de tecnologias de informação no Brasil demoram a crescer.
Tratamos de vários modelos de crescimento econômico de empresas, e, logo em seguida, trouxemos algumas contribuições teóricas e práticas sobre finanças corporativas.  Hoje trazemos ao leitor uma informação sobre um programa que foi idealizado no ano de 2003, mas que só tomou corpo dois anos depois.”

Esta é a introdução à newsletter da Creativante desta semana, que você pode ler aqui!


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