“Competitiveness”

Pode-se dizer várias coisas do Prof. Paul Krugman, Prêmio Nobel de Economia de 2008, menos que ele é incoerente!

E quando se trata de competitividade, haja coerência! Há anos que ele mantém uma posição isolada no debate internacional, e a mantém com obstinada coerência.

Vejam um post seu recente em sua coluna em The New York Times, abaixo!

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Paul Krugman

January 22, 2011, 9:34 am
“Competitiveness”

Sigh. So it appears that President Obama is going to make “competitiveness” his main economic theme. To be fair, he could (and may well) do worse. But this is hackneyed stuff, and involves a fundamental misconception about the nature of our economic problems.

It’s OK to talk about competitiveness when you’re specifically asking whether a country’s exports and import-competing industries have low enough costs to sell stuff in competition with rivals in other countries; measures of relative costs and prices are, in fact, commonly — and unobjectionably — referred to as competitiveness indicators.

But the idea that broader economic performance is about being better than other countries at something or other — that a companycountry is like a corporation –is just wrong. I wrote about this at length a long time ago, and everything I said then still holds true.*

The hopeful interpretation of Obama’s embrace of the idea that he’s the CEO of America Inc. is that it might help fend off right-wing attacks on government action as a whole, helping him sell the need for public investment of various kinds. On the other hand, as Robert Reich says, this could all too easily turn into a validation of the claim that what’s good for corporations is good for America, which is even less true now than it used to be.

All in all, it’s kind of sad. And the less said about Jeffrey Immelt’s vacuous op-ed, the better.

*Side note: the usual suspects are going to look at the opening of this piece and say “Ha! Krugman used to think that unemployment benefits cause unemployment! He used to be down on Europe!” So, two points: UI can raise the unemployment rate at which inflation begins to rise — but that’s not our problem now; and over the 17 years since that article was published, a number of European countries have undertaken reforms that substantially improved their job performance.

6 Respostas to ““Competitiveness””

  1. Renato Lima Says:

    Professor, gostaria de um comentário seu sobre o artigo de Krugman. Coerência equivocada? Krugman parece que virou mais democrata que todos os democratas juntos e isso vem turvando as análises dele. É bom lembrar o artigo em que ele disse que Gordon Brown salvou o mundo de uma crise ao salvar bancos na Inglaterra e que a Inglaterra seria o primeiro país a sair da crise. Não foi, foi dos que mais demorou (o último resultado trimestral ainda foi de queda), e o próprio Gordon Brown perdeu o seu emprego na primeira eleição para o conservador David Cameron.

  2. jccavalcanti Says:

    Renato: comentar qual artigo dele?
    Abs,
    JCC

  3. Renato Lima Says:

    Ah, sobre esse “Competitiveness”, em que você descreve a posição de Krugman como isolada no debate internacional. Queria saber se você se junta a ele no “isolamento” (e por qual razão) ou se é contra (e porque competitividade seria um objetivo básico a ser perseguido pelos governos, como no caso o americano, que ele critica a ênfase de Obama). Abs!

  4. jccavalcanti Says:

    Renato,

    A coerência está em ele ser um dos únicos a ter um pé atrás com relação ao conceito de competitividade. Como um bom economista, ele defende o conceito de produtividade como o melhor indicador para aferir ganhos. Vou enviar para vc (por email) algo que reforça esta posição!
    Nisto eu estou com ele. Em outras coisas, tais como o debate internacional, ele (assim como o Joseph Stiglitz) depois que ganhou o Nobel começou a dizer algumas coisas que não dizia antes. JCC

  5. Renato Lima Says:

    Okay mestre! Por sinal, recentemente Krugman foi desafiado para um debate, com website e tudo mais: http://krugmandebate.com/

  6. jccavalcanti Says:

    Renato,

    Há anos sabemos que esta Austrian Theory of Business Cycle não tem base empírica. Por isso, duvido que Krugman entre nisso!
    JCC

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