Governança, risco e desempenho das companhias abertas brasileiras

Artigo da Revista Economia e Administração, do IBMEC-SP , e que você pode acessar aqui (desde que registrado), confirma que uma boa governança traz bons resultados econômicos!

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Governança, risco e desempenho das companhias abertas brasileiras

Valdir de Jesus Lameira, Walter Lee Ness Júnior, Patrícia Pereira da Silva, Patrícia Pereira da Silva, Luiz Felipe Jacques da Motta, Marcelo Cabús Klötzle

Resumo

Nesta pesquisa procurou-se estimar a qualidade da governança praticada por uma amostra significativa de companhias abertas brasileiras, por meio de um índice composto por 20 perguntas de respostas binárias, entre 2002 e 2006, e relacioná-la com indicadores de risco e desempenho dessas companhias. Após a aplicação inicial do teste de Hausman envolvendo as relações entre governança e as variáveis ROE (return on equity) e ETS (ebit-to-sales), pelo lado do desempenho; as variáveis MTS (market-to-book sales) e MTBV (market-to-book value), representando a variável valor; e o WACC (weighted average cost of capital), pelo lado do risco, constatou-se a existência de endogeneidade nas relações envolvendo tais variáveis. Dessa forma, estudaram-se as relações entre as variáveis de desempenho, risco e valor com a variável de governança por meio de um sistema de equações estruturais. Verificou-se a existência de relações estatísticamente significativas entre maiores níveis de governança, menores riscos, maior valor e melhores desempenhos.

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