Arquivo da categoria ‘Newsletter’

Um enfoque para apoiar projeto de Arquitetura Empresarial

Maio 12, 2008

“À medida que uma empresa cresce em tamanho e complexidade, vários fatores passam a inibir sua habilidade em resolver os problemas que enfrenta. Chega-se a um ponto em que os fatores que são acionados para a estruturação e condução dos negócios da empresa se tornam numerosos e complexos para gerenciar. Quando se trabalha com tais sistemas complexos, os designers (projetistas) que lidam com esta complexidade a dividem em sub-sistemas ou domínios que são menos complexos que os sistemas originais.
 
No caso dos sistemas de informação a abstração usada para lidar com complexidade se chama arquitetura. Uma arquitetura é um sistema de projeto que especifica   como   todas   as   funcionalidades   do   projeto  são  decompostas em componentes individuais funcionais, e o modo como estes componentes irão interagir para oferecer a funcionalidade geral do sistema.  A decomposição da empresa em partes gerenciáveis, a definição destas partes, e a orquestração da interação entre estas partes constituem a arquitetura empresarial.  A orquestração da interação é governada por um conjunto de regras e princípios de projeto, também chamado de arquitetura organizacional do conhecimento.”

Esta é a introdução à newsletter da Creativante desta semana, que você pode acessar aqui!

A Transformação das Redes de Negócios: A Próxima Oportunidade para a TI brilhar

Maio 5, 2008

“Está claro que as redes de negócios são agora a fonte primária para nova diferenciação”. Esta foi a mensagem do CEO- Chief Executive Officer da SAP (de origem alemã, é uma das maiores empresas do mundo em vendas de software para negócios), Henning Kagermann, em seu discurso principal no evento da SAP em Atlanta, nos EUA, em abril de 2007.

Segundo ele duas tendências estão levando as empresas para a transformação das redes de negócios: o ritmo das mudanças nos negócios e a crescente comoditização. Uma nova aquisição (de empresa) ocorre a cada vinte minutos, continua Kagermann, e o tempo de integrar os sistemas está cada vez mais curto. Ao mesmo tempo, um novo produto atinge o mercado cada 3,5 minutos, pronto para imitação, fazendo com que as empresas tenham que “mover para cima” a cadeia de valor pela colaboração mais íntima com parceiros, de modo a proporcionar serviços para um sem número de consumidores.

A liderança que Kagermann imprimiu na SAP acerca deste conceito de business network transformation (transformação da rede de negócios) levou a que dois autores parceiros da SAP, Philip Lay e Geoffrey Moore, da TCG Advisors, produzissem um artigo com o título deste conceito.”

Esta é a introdução à newsletter da Creativante desta semana, que você pode acessar aqui!

O impacto das TICs nas estruturas organizacionais: evidência da área de saúde no Japão

Abril 28, 2008

 

“A saúde é uma das áreas mais importantes da vida humana.  Em termos dos investimentos em saúde, estamos vivenciando momentos delicados, já que grande parte das nações está ampliando de modo significativo seu dispêndio neste setor. Alguns números sobre gastos com saúde, como proporção do PIB de quatro países, entre 1970 e 2004, colhidos do blog do Prof. Paul Krugman, da Princeton University, EUA, dão conta disto:

 

 

 

Quando se observa a tendência, o drama é ainda maior!  Segundo dados de janeiro de 2007 do Office of the Assistant Secretary for Planning and Evaluation (do Centers for Medicare & Medicaid Services), sobre os gastos do sistema de saúde dos Estados Unidos, esta nação deverá estar investindo em saúde cerca de 20% do seu PIB no ano de 2015.”

Esta é a introdução da newsletter da Creativante desta semana, que você pode acessar aqui!

 

Analítica: o novo diferencial à disposição dos CIOs

Abril 24, 2008

Ups! Quase ia esquecendo de colocar a newsletter da Creativante desta semana, cuja introdução segue abaixo, mas você pode acessar o texto completo aqui!

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“As empresas (mais nos países desenvolvidos, e menos em países em desenvolvimento) vinham usando inteligência dos negócios para aplicações específicas, mas estas iniciativas eram muito limitadas para afetar a performance corporativa. Agora, as empresas líderes estão baseando suas estratégias competitivas na sofisticada análise dos dados de negócios.

Ao invés de uma simples aplicação, elas estão edificando amplas capacidades ao nível da empresa em termos de analítica de negócios e inteligência. Seu mandato vai bem além dos dados e da tecnologia, e se volta para atacar os processos, habilidades e culturas de suas organizações. E estas estratégias são conduzidas por executivos seniores que reforçam as decisões baseadas em fatos.

Thomas H. Davenport, Professor de Information Technology and Management do Babson College, Massachusetts, EUA, e conhecido especialista em Gestão de Tecnologias de Informação e Comunicação-TICs (dentre seus importantes livros destaca-se “The Attention Economy: Understanding the New Currency of Business”, de 2002, e dentre seus artigos sobressai “Putting the Enterprise in the Enterprise System”, Harvard Business Review, July-August 1998), bem como uma das 100 mais influentes pessoas do mundo das TICs, de acordo com a Eweek.com, está com um novo (editado em 2007) livro intitulado “Competing on Analytics: The New Science of Winning” (Competindo em Analítica: A Nova Ciência de Vencer), pela Harvard Business School Press.”

 

Arquitetura Empresarial (final)

Abril 7, 2008

“Nas três letterícias anteriores, afirmamos que a Creativante desenvolveu, e vem aplicando, uma metodologia para avaliar se seus investimentos em TICs estão respondendo às suas expectativas. Esta metodologia se vale de três ferramentas de tratamento temáticas: a) A Abordagem da Arquitetura Empresarial como Estratégia, principalmente a que foi desenvolvida no MIT Sloan Center for Information Systems Research (EUA) e no IMD (Global Business School/Suíça);  b) A Abordagem da Governança Empresarial, baseada na teoria econômica da Organização Industrial/Serviços contemporânea; e c) A Abordagem do Crescimento Empresarial, baseada na teoria econômica do Crescimento  da  Empresa  contemporânea. Trataremos hoje da terceira, e última, abordagem.”

Esta é a introdução à newsletter da Creativante desta semana, que você pode acessar aqui!

Arquitetura Empresarial como uma ferramenta estratégica para empresas que desenvolvem e para as empresas que usam TICs- Tecnologias de Informação e Comunicação (parte 2)

Março 24, 2008

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“Na letterícia da semana passada, afirmamos que a Creativante desenvolveu, e vem aplicando, uma metodologia para avaliar se seus investimentos em TICs estão respondendo às suas expectativas. Esta metodologia se vale de três ferramentas de tratamento temáticas: a) A Abordagem da Arquitetura Empresarial como Estratégia, principalmente a que foi desenvolvida no MIT Sloan Center for Information Systems Research (EUA) e no IMD (Global Business School/Suíça); b) A Abordagem da Governança Empresarial, baseada na teoria econômica da Organização Industrial/Serviços contemporânea; e c) A Abordagem do Crescimento Empresarial, baseada na teoria econômica do Crescimento da Empresa contemporânea. Trataremos hoje da primeira abordagem.”

Esta é a introdução à newsletter da Creativante desta semana, que você pode acessar aqui!

Arquitetura Empresarial como uma ferramenta estratégica para empresas que desenvolvem e para as empresas que usam TICs- Tecnologias de Informação e Comunicação

Março 17, 2008

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“Os seus investimentos em TICs - Tecnologias de Informação e Comunicação estão realmente entregando o melhor valor de seu negócio, ou ainda há janela para melhorias?

A área de TICs deve prover um sólido alicerce para uma empresa flexível e ágil, mas muito frequentemente as organizações constatam que suas iniciativas de TICs não estão realmente alinhadas com seus objetivos.

Adicionalmente, no labirinto de projetos de tecnologia e do imperativo dos negócios, determinar a forma de fortalecer eficientemente a área de TICs para acelerar o sucesso do seu negócio pode representar um enorme desafio.

O quê a sua organização pode estar demandando é de orientação especializada de como priorizar projetos de tecnologia de modo a guiar a inovação, satisfazer a demanda do mercado, e crescer os lucros.

A Creativante desenvolveu, e vem aplicando, uma metodologia para avaliar se seus investimentos em TICs estão respondendo às suas expectativas. Esta metodologia parte do princípio de que o paradigma tradicional do BUILD TO LAST (construir para durar), que foi fundamental na era onde os investimentos em TICs ainda não se constituíam uma ferramenta estratégica na arquitetura empresarial, agora necessita dar lugar para seu ascendente imperativo dos negócios: BUILD TO CHANGE (construir para mudar).”

Esta é a introdução à newsletter da Creativante desta semana, que você pode acessar aqui!

Preditividade 2.0 (parte 2)

Fevereiro 11, 2008

Depois de uns 10 dias só dedicados ao novo integrante da família (e ao impacto desta chegada), eis que estamos aqui novamente para dar seguimento às nossas atividades.

E para retomar, eis aqui (abaixo) a introdução da newsletter da Creativante desta semana, que você pode acessar aqui, ou pode baixar no formato pdf aqui:

“Na letterícia passada, introduzimos o conceito de Preditividade Estratégica, apresentando o seu desenvolvimento histórico, e tratamos brevemente do conceito de Preditividade Estratégica 2.0.  Mas quais são as principais características, os objetivos, os outcomes (resultados), benefícios, e limites da Preditividade Estratégica em geral, e do Preditividade Estratégica 2.0 em particular?  Veremos a seguir as características e objetivos.

Preditividade não é uma profecia nem uma predição. Não tem a pretensão de prever o futuro, mas sim de nos ajudar a construí-lo. Ela nos convida a considerar o futuro como algo que nós podemos criar e moldar, mais do que alguma coisa já decidida.

Segundo o Joint Research Centre-JRC da Comissão Européia, através de sua iniciativa FOR-LEARN, existem quatro características que distinguem a Preditividade de outras categorias de estudos do futuro.  A Preditividade é:”

O BOVESPA MAIS e o Desenvolvimento Estratégico do Segmento de PMEs de TICs no Brasil-Final

Dezembro 17, 2007

“Comentamos nas três letterícias anteriores que o segmento de pequenas e médias empresas-PMEs de tecnologias de informação e comunicação-TICs do Brasil pode encontrar um novo caminho para poder crescer e ganhar novos mercados. Este novo caminho se chama o Mercado de Capitais. E dentro deste há um mecanismo que consideramos seja adequado às novas necessidades de financiamento para estas empresas no atual momento do desenvolvimento econômico brasileiro. Este mecanismo é o BOVESPA MAIS.

O BOVESPA MAIS (Mercado de Ações para o Ingresso de S.A.s), criado em junho de 2005, é um segmento do mercado de balcão (1) organizado adminis­trado pela BOVESPA, cujo propósito é acolher com­panhias abertas que tenham uma estratégia gradual (grifos nossos!) de acesso ao mercado de capitais, viabilizando sua exposição a esse mercado e apoiando sua evolução em termos de transparência, de ampliação da base de acionistas e de liquidez.

O BOVESPA MAIS é adequado para empresas que, independentemente da realização imediata de uma distribuição pública de ações, pretendam desenvolver histórico junto ao mercado de capitais, bem como obter reconhecimento e despertar interesse dos investidores. Não há restrições quanto ao setor ou porte da companhia.

E por que se listar no BOVESPA MAIS? “

Esta é a introdução à newsletter da Creativante desta semana, que você pode acessar aqui, ou pode baixar no formato pdf aqui!

PS: esta é a última letterícia deste ano. A próxima só voltar a ser editada na primeira quinzena de janeiro de 2008.

O BOVESPA MAIS e o Desenvolvimento Estratégico do Segmento de PMEs de TICs no Brasil-3

Dezembro 10, 2007

“Nas duas letterícias passadas, demos seqüência à defesa do argumento de que o segmento de pequenas e médias empresas-PMEs de tecnologias de informação e comunicação-TICs do Brasil pode encontrar um novo caminho para poder crescer e ganhar novos mercados. Este novo caminho se chama o Mercado de Capitais.

Vimos que, em termos de taxas de crescimento dos gastos com TICs entre os BRICs, o Brasil é o país que menos tem crescido neste importante segmento econômico no período de 2000 a 2005, ou seja, abaixo da metade das taxas de crescimento dos demais países.

Mas o que devemos fazer para superar esta deficiência, e fazer com que o Brasil avance em termos de taxas de crescimento de seu setor de TICs? Nossa tese é que o setor de TICs precisa considerar, além das fontes tradicionais de que tem se valido (basicamente as fontes governamentais), aqueles mecanismos existentes no Mercado de Capitais. E um que pode muito bem exercer este papel, é o BOVESPA MAIS.

No entanto, antes de se valer deste importante instrumento financeiro para o seu crescimento, o setor de TICs nacional deve ter em mente uma estratégia de desenvolvimento setorial/empresarial para adotar nos próximos anos. “

Esta é a introdução à newsletter da Creativante desta semana, que você pode acessar aqui, ou pode baixar no formato pdf aqui!