Arquivo da categoria ‘Coluna RAI-TEC no JC On-Line’

O Culto do Amador: Como a Internet de hoje está Matando nossa Cultura

Dezembro 18, 2007

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“Gostaria de terminar as contribuições que venho dando a esta coluna neste primeiro ano (voltarei na primeira quinzena de janeiro próximo) sugerindo um livro super-interessante publicado este ano (não conheço ainda tradução para o português).

O título acima é o de um livro que, no mínimo, podemos dizer que é bastante polêmico e provocativo. Seu título em inglês “The Cult of the Amateur: How today´s Internet is Killing our Culture”, foi escrito pelo não menos polêmico escritor Andrew Keen.

Keen nasceu na Inglaterra, formou-se em História pela University of London e obteve o mestrado em Ciência Política pela University of California, Berkeley. Mora há alguns anos na Califórnia, e é considerado um autor do Silicon Valley pela imprensa americana.”

Esta é a introdução ao nosso novo artigo na coluna Rai-Tec, do JC On-line, que você pode acessar aqui, ou pode baixar no formato pdf aqui!

MIT divulga lista de inovadores com até 35 anos

Dezembro 4, 2007

“A revista Technology Review, revista de tecnologia do Massachusetts Institute of Technology, o famoso MIT, nos Estados Unidos, colocou à disposição dos seus leitores na edição de setembro/outubro deste ano, a sua TR 35, sua lista anual dos jovens inovadores.”

Esta é a introdução ao meu artigo desta semana na coluna Cultura Rai-Tec do JC On-line, que você pode acessar aqui, ou pode baixar no formato pdf aqui!

Redes Sociais, na Internet! (Final)

Novembro 20, 2007

“No primeiro artigo desta série apontamos o que é uma rede social, mas frisamos que estávamos interessados em tratar dos novos serviços de redes sociais na Internet. E no jogo competitivo pela oferta destes serviços dois gigantes das tecnologias de informação e comunicação vêm travando intensa disputa: Microsoft e Google.

Mas como esta disputa não se restringe unicamente a estas duas empresas, e como a inovação tecnológica neste segmento é intensa, vejamos o que aconteceu nos últimos dias que pode traçar um novo rumo neste competitivo mercado de serviços de redes sociais.”

Esta é a introdução ao nosso artigo desta semana na coluna Cultura Rai-Tec, do JC On-Line, que você pode acessar aqui, ou pode baixar no formato pdf aqui!

Redes Sociais, na Internet (1)

Novembro 5, 2007

“Uma rede social é uma estrutura social feita de nós (ou pontos de junção/intersecção, que são geralmente indivíduos ou organizações) que estão relacionados por um ou mais tipos de interdependência, tais como valores, visões, idéias, amigos, conflitos, comércio, trocas financeiras, links na Internet, transmissões de doenças (em epidemiologia), ou linhas aéreas.

A análise de redes sociais emergiu como uma técnica nas modernas áreas de sociologia, antropologia, geografia, sociolingüística, estudos de comunicação, ciência da informação, estudos organizacionais, economia e biologia.

Mas o que queremos destacar aqui neste espaço, é o espetacular crescimento das chamadas redes sociais na Internet, um fenômeno que aqui no Brasil ganhou mais corpo através de sites como o Orkut, MySpace, dentre outros.”

Esta é a introdução ao nosso artigo desta semana na coluna Rai-Tec, do JC-On-line, que você pode acessar aqui, ou pode baixar no formato pdf aqui!

Prêmio Nobel 2007 + Google = Negócio de Sucesso em Tecnologia de Informação

Outubro 23, 2007

“Que danado de fórmula é esta?  O que vamos argumentar neste breve espaço é que o Prêmio Nobel de 2007, recentemente anunciado para os economistas Leonid Hurwicz, Eric Maskin e Roger Myerson, foi dado à pesquisa que estes professores desenvolveram numa área da Economia chamada Mechanism Design Theory (Teoria de Projeto de Mecanismos), e que um dos instrumentos desta teoria (a técnica dos Leilões) está na base do modelo de negócios do Google, empresa de tecnologia da informação que se financia através de propaganda on-line.”

Esta é a introdução ao meu artigo desta semana da coluna Rai-Tec do JC-Online, que você pode acessar aqui, ou pode baixar em formato pdf aqui!

TechCrunch40: quarenta novas tecnologias

Outubro 9, 2007

“Comentei esta semana no meu blog que eu estive aguardando este evento por algum tempo, e o acompanhei de alguma forma pelos relatos de Don Dodge, que trabalha na Microsoft e é um dos blogueiros mais lidos da galera de tecnologia. No entanto, só recentemente é que tive um tempo para olhar o que de fato aconteceu.
A TechCrunch40 é uma nova conferência de tecnologia realizada pelo blog TechCrunch e por Jason Calacanis, com o suporte de vários patrocinadores, e que aconteceu agora entre 17 e 18 de setembro, no Palace Hotel em San Francisco, Califórnia, EUA.”

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A Economia do Reuso de Software

Setembro 24, 2007

“O reuso de software é o uso de software existente para o desenvolvimento de novo software. No reuso de software duas decisões estão envolvidas. A primeira é se devemos, ou não, adquirir software para reusar. Sistemas operacionais devem ser comprados, bibliotecas de códigos devem ser desenvolvidas, ou compradas, arquiteturas de domínio específico para famílias de produtos devem ser produzidas. Se o software a ser reusado já é possuído como resultado de outra atividade, esta decisão é desnecessária.

A segunda decisão é se devemos, ou não, reusar software em instâncias particulares. A questão é: o desenvolvedor deve escrever uma rotina, ou deve buscá-la na Internet? Justamente pelo fato de que o processo de reuso de software envolve encontrar software, entender como reusá-lo, e talvez, modificá-lo antes de ser de fato reusado, pode ser mais atrativo para redesenvolver.”

Esta é a introdução ao meu novo artigo na coluna Cultura Rai-Tec, no JC-Online, que você pode acessar aqui, ou baixá-lo no formato pdf aqui!

Tecnologias de Reuso em desenvolvimento de software

Setembro 12, 2007

“O desenvolvimento de um software é algo que tem evoluído de uma estrutura monolítica, centralizada e estática (que preferimos chamar “fat cat phase”, ou “fase do gato gordo”) para uma estrutura modular, distribuída e dinâmica, tanto no nível de processo quanto no de produto. 

O mercado está demandando um desenvolvimento de software que seja flexível, adaptável, confiável, e evolvente, que possa responder mais rapidamente às necessidades dos consumidores. 

Mais do que ser desenvolvido por uma única organização, ele está sendo construído por partes federadas, que são desenvolvidas por distintas organizações. Da mesma forma, os produtos de software estão crescentemente sendo criados e evoluídos através da congregação de componentes e serviços de software individuais que podem ser descobertos e combinados dinamicamente.

Em casos extremos, a forte distinção entre uma fase estática, em que o software é projetado, composto, validado, e aplicado, e a fase de tempo de execução, em que um sistema cuidadosamente definido e imutável é operado, desapareceu completamente.

Ou seja, o software pode evoluir dinamicamente enquanto está operando, através de uma variedade de mecanismos que incluem descoberta dinâmica, negociação e amarração.

Um dos mais significativos avanços no desenvolvimento de software tem sido o do Reuso de software.  Mas o que isto significa? O reuso de software é o processo de criar sistemas de software a partir de software existente, mais do que construí-lo desde a fase zero.

E qual é a motivação para a adoção desta tecnologia? A engenharia de hardware e de software conforma sistemas poderosos, mas que exigem projetos complexos. Além disto, no desenvolvimento de software se observa que de 40% a 60% dos códigos de programação são reusáveis (em aplicações); 75% das funções são comuns a mais de um programa, e somente 15% do código é único. O reuso do software é crítico para a melhoria da qualidade e da produtividade do desenvolvimento do software, bem como da redução de custos.

Mas se é uma tecnologia relevante, por que ela ainda não é largamente utilizada (os entraves)? Os principais fatores que têm inibido o desenvolvimento desta tecnologia são: a ausência de uma clara estratégia de reusabilidade, e a falta de um suporte gerencial de alto nível nas equipes de desenvolvimento.

Neste sentido, um modelo de adoção de reuso (ou seja, uma estratégia) ajuda a organização a entender como o reuso irá mudar o modo como ela faz negócios, e como ela deve planejar para esta mudança. Um modelo de adoção de reuso é um guia para o processo de melhoria. Ele sugere área onde a capacidade pode ser medida de modo sistemático em uma organização num dado ponto do tempo. Ele oferece um lugar por onde começar; o benefício da experiência da comunidade desenvolvedora; um plano de orientação para priorizar as ações; e um modo de definir tipo de melhoria melhor atende a sua organização.

E onde obter informações a respeito da tecnologia de reuso de software? Você pode até não acreditar, mas o lugar no Brasil onde se está produzindo tecnologia de ponta na área de reuso de software é Pernambuco, e, de modo particular, no Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife- CESAR, em parceria com o Centro de Informática da UFPE-CIn.

No seio destas instituições há o grupo denominado RISE- Reuse in Software Engineering Group, formado por professores, pesquisadores e alunos, além de empresas e outras universidades parceiras, que vêm desenvolvendo atividades de pesquisa e desenvolvimento na tecnologia de reuso de software em várias disciplinas, tais como custos, métricas, reengenharia, adaptação, engenharia de domínios, inspeção, engenharia de aplicações, testes e certificações.

O grupo já realizou dois workshops, um em 2006 (os trabalhos apresentados podem ser vistos no site http://wire.cesar.org.br)  e outro este ano (com trabalhos no site http://wire2007.cesar.org.br/slides.html), e já produziu um livro intitulado CRUISE- Component Reuse In Software Engineering, que pode ser baixado no site http://cruise.cesar.org.br/index.html.

Se você estiver interessado em dominar esta tecnologia, pode ficar certo que será um dos assuntos que deverá dominar a agenda da indústria de software no cenário mundial!

Este é o meu artigo desta semana na coluna Rai-Tec, do JC On-Line, que você pode ler aqui, ou pode baixá-lo em formato pdf (aqui)! (PS: resolvi editá-lo na íntegra, já que saiu truncado no JC-Online)

Nintendo, Sony e Microsoft: os gigantes da tecnologia dos jogos (final)

Agosto 27, 2007

“Ao longo dos últimos três artigos estivemos falando do que representam os games (jogos) e dos vídeo-games na educação atual, bem como das mais atuantes empresas da indústria dos jogos, como a Nintendo e a Sony. Hoje encerramos esta série com outra importante empresa atuante neste segmento, como é o caso da Microsoft.”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje na coluna Cultura Rai-Tec, do Jornal do Commércio On-Line, que você pode ler aqui!

Nintendo, Sony e Microsoft: os gigantes da tecnologia dos jogos (3)

Agosto 14, 2007

“No artigo anterior, tratamos de uma das empresas mais atuantes na indústria dos jogos, a Nintendo. Hoje vamos focar nossa atenção em outra importante empresa atuante neste segmento, como é o caso da Sony.

A Sony foi fundada logo após a Segunda Guerra Mundial, em 1945, por Masaru Ibuka, que logo em seguida se associou a Akio Morita. Ibuka viajou aos EUA no início dos anos 50 e conseguiu a licença da tecnologia dos transistors do Bell Labs para sua empresa, e daí então passou a desenvolver aplicações na área de comunicações.”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje na Coluna RAI-TEc do Jornal do Commércio, que você pode ler aqui!