Arquivo da categoria ‘Blog da Folha de Pernambuco’

O Estado não cabe na Sociedade! (Final)

setembro 4, 2007

“Nos nossos dois últimos artigos estivemos tratando do livro “Mercado de Capitais, Agenda de Reformas e Ajuste Fiscal”, organizado pelo economista Carlos Antonio Rocca, publicado em 2007 pela Editora Campus, e, de modo particular, de um artigo do Prof. Hélio Zylberstajn, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo-USP, intitulado “Uma nova aposentadoria para os novos trabalhadores”.

Reproduzimos aqui que o Prof. Zylberstajn apontou que para cada R$ 100,00 de dispêndio do governo brasileiro, R$ 18 destinam-se ao pagamento dos juros da dívida pública, R$ 30 para o pagamento de benefícios previdenciários e R$ 52 para os demais gastos (aqui incluídos educação, saúde, transporte, etc.).”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog da Folha de Pernambuco, que você pode acessar aqui!

O Estado não cabe na Sociedade! (2)

agosto 28, 2007

“No artigo do dia 21/08 estivemos tratando do livro “Mercado de Capitais, Agenda de Reformas e Ajuste Fiscal”, organizado pelo economista Carlos Antonio Rocca, publicado em 2007 pela Editora Campus, e, de modo particular, de um artigo do Prof. Hélio Zylberstajn, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo-USP, intitulado “Uma nova aposentadoria para os novos trabalhadores”. Nele o Prof. Zylberstajn aponta que para cada R$ 100,00 de dispêndio do governo brasileiro, R$ 18 destinam-se ao pagamento dos juros da dívida pública, R$ 30 para o pagamento de benefícios previdenciários e R$ 52 para os demais gastos (aqui incluídos educação, saúde, transporte, etc.).  Ou seja, como aponta o Prof. Zylberstajn, o que os números dizem é que “o cobertor é grande, mas há muitos pés compridos para cobrir”. A questão principal é: como chegamos a este ponto?”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog da Folha de Pernambuco, que você pode acessar aqui!

O Estado não cabe na Sociedade! (1)

agosto 21, 2007

“Se há uma frase que ouvi do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso que gravei vividamente na memória, e que repito para mim sempre (e para meus alunos de vez em quando), é a que ele pronunciou no início de seu primeiro mandato (aqui transcrita na minha versão): “Até aqui o Estado esteve à frente da Sociedade; a partir de agora a Sociedade estará à frente do Estado”.

O título do artigo de hoje eu tomei emprestado de uma citação do ex-Ministro e ex-Deputado, Prof. Antonio Delfim Netto, e veio a propósito do meu desejo de colocar um tema no artigo de hoje (e vindouros) que refletisse algumas coisas de um livro que comprei semana passada em Brasília, e que quase devorei no avião de volta ao Recife.”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog da Folha de Pernambuco, que você pode ler aqui!

PS: gostaria de agradecer ao jornalista César Rocha o convite para contribuir neste blog da Folha de Pernambuco.  Agora que o mesmo está de saída daquele blog, desejo sucesso em suas novas iniciativas!

As Instituições e a Economia

agosto 14, 2007

“As instituições são importantes para o crescimento econômico porque elas conformam os incentivos aos atores-chave na sociedade; de modo particular, os incentivos influenciam investimentos em capital físico e capital humano, tecnologia e a organização da produção.

Apesar de fatores culturais e geográficos também importarem para o desempenho econômico, diferenças nas instituições econômicas são a maior fonte de diferenças entre países em termos de crescimento econômico e prosperidade.”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog da Folha de Pernambuco, que você pode acessar aqui!

Uma Teoria de Políticas de Governo e Instituições Ineficientes (2)

agosto 7, 2007

“Na semana passada, trouxemos ao leitor uma indicação um trabalho do Prof. Daron Acemoglu (MIT/EUA), em que ele desenvolve uma “Teoria de Políticas de Governo e Instituições Ineficientes”. Em tese, mantido tudo igual (ou constante), grupos politicamente poderosos dariam boas-vindas às instituições e às tecnologias superiores (ou seja, melhores). Na prática, como tudo mais não é igual, e já que as instituições e tecnologias superiores – ITS podem reduzir seu (das elites de plantão) poder político, elas (as ITS) podem literalmente substituir as tais elites.
No centro da teoria do Prof. Acemoglu está a idéia do “efeito de substituição política”: mudanças nas instituições ou a introdução de novas tecnologias frequentemente criam turbulências, erodindo a vantagem dos incumbentes políticos. Isto faz com que grupos politicamente poderosos temam a perda de poder e se oponham às mudanças econômicas e políticas, mesmo quando tais mudanças venham a beneficiar a sociedade como um todo.”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog da Folha de Pernambuco, que você pode ver aqui!

PS: mais uma vez o blog reduziu o título!

Uma Teoria de Políticas de Governo e Instituições Ineficientes

julho 31, 2007

“No dia 28/05/2007 o jornal Valor Econômico publicou uma interessante matéria, intitulada “Denúncias servem a rearranjos de poder”.  Era uma entrevista com um pesquisador da Universidade do Texas, Manuel Balán, que está preparando uma tese de doutorado em que ele analisa, de forma comparativa, os escândalos brasileiros com os da Argentina, seu país de origem, e com os do Chile. 
Perguntado sobre se o Brasil é um país mais corrupto que a média latino-americana, ele respondeu: “O Brasil, assim como a Argentina, é um país onde a percepção de corrupção é muito alta, como procuram medir organizações não-governamentais como a Transparência Brasil. Mas o que procuro analisar é a corrupção que se converte em escândalo”.”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog do Jornal Folha de Pernambuco, que você pode ver aqui!

(PS: o Blog da Folha encurtou o título acima, ficando apenas “Uma Teoria de Políticas“)

“Temos um apagão de autoridade”

julho 24, 2007

“Foi com este título revelador que a cientista política Lúcia Hippolito, comentarista de conjuntura política da Rádio CBN, abriu seu comentário na sua coluna “Por dentro da Política“, do dia 18/07 passado, sobre o que tem acontecido no Brasil nos últimos 10 meses em relação ao caos aéreo, ou “zona” aérea como alguns preferem.
Recordo-me muito bem o que aconteceu em 2001, quando vivenciamos o que talvez tenha sido o início da “Era dos Apagões”, com o chamado “apagão de energia” (além, obviamente, do atentado de 11 de setembro nos EUA, acontecimento que mudou o rumo da história no início do século 21).”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog da Folha de Pernambuco, que você pode acessar aqui!

Você está cansado de engarrafamentos no Recife? (3)

julho 17, 2007

“Manchete da revista Exame de 18/07/2007: “O Melhor Ano da História. Por uma década, a indústria automobilística brasileira esperou por este momento. Nunca foram vendidos tantos carros no Brasil como em 2007. Eis mais um exemplo do que a oferta de crédito pode fazer pela economia”.

Esta é uma notícia boa ou ruim?  Depende da posição em que se olha a questão!  Se você é acionista ou pertence ao quadro de funcionários (desde o alto escalão ao chão-de-fábrica) das principais montadoras de automóveis do país, é fornecedor de matéria-prima ou outros insumos de autopeças desta indústria, ou é de empresas fornecedoras de crédito direto ao consumidor para compra de automóveis, de fato você deve estar bastante feliz!”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog da Folha de Pernambuco, que você pode ler aqui!

Você está cansado dos engarrafamentos no Recife? (2)

julho 10, 2007

“Vimos no artigo da semana passada que no âmbito da Economia dos Transportes os engarrafamentos são tratados como externalidades negativas impostas por cada usuário de vias de transporte em outro usuário (ou usuário em potencial). 

Vimos também que a precificação das vias e estradas é considerada como um mecanismo  apropriado para lidar com este problema. Mas como os países mais desenvolvidos tratam esta questão?”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog da Folha de Pernambuco, que você pode ler aqui!

Você está cansado dos engarrafamentos no Recife?

julho 3, 2007

“Qualidade de vida é, nos dias de hoje, o bem mais cobiçado pela humanidade. Os avanços da Medicina têm sido um dos maiores determinantes para o aumento da nossa qualidade de vida; o ser humano vive hoje mais, e mais saudavelmente, do que aquele que existiu há 100 anos. Uma melhor alimentação, condições sanitárias mais favoráveis e mais prosperidade contribuíram enormemente para isso (se o leitor desejar dados recentes sobre o aumento da riqueza mundial recente, sugiro uma visita ao meu blog na Internet acima indicado).”

Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog da Folha de Pernambuco, que você pode acessar aqui!


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