“No passado recente a Brahma se fundiu com a Antártica (empresas privadas de produção de bebidas) e foi criada a AMBEV. Depois a AMBEV foi incorporada à belga INBEV, que agora comprou a Budwiser americana por US$ 52 bilhões. Ao que me consta estas transações foram feitas com dinheiro não-estatal. Agora Oi (ex-Telemar) está comprando a BrT (empresas de telefonia) com dinheiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social- BNDES e do Banco do Brasil, predominantemente. O que estas duas transações têm em comum?
Ambas são objeto de uma área da Economia denominada Economia Anti-Truste. Ao longo dos últimos 20 anos, a teoria econômica começou a desempenhar um papel central nas questões anti-truste. Nos seus primórdios, a aplicação das regras anti-truste era vista quase que inteiramente em termos formais (e marcadamente sob a “mão visível” dos advogados); agora é amplamente aceito que a interpretação apropriada destas regras requer um entendimento do como os mercados operam e como as empresas podem alterar suas eficiências operacionais.”
Esta é a introdução ao meu artigo desta semana no blog Acerto de Contas, que você pode acessar aqui!
