Arquivo para 20 maio, 2008

Onde estão os catastrofistas?

maio 20, 2008

Estou procurando os catastrofistas que previram que o “mundo ia acabar” (exagerando!) com a crise imobiliária dos EUA. Aqui no Brasil não faltou “especialista” pregando o impacto da crise americana no mundo.

Desde então, este blog decidiu que iria procurar evidências para apontar que o “mundo não iria acabar”, e que os catastrofistas só enganam os jornalistas (e seus jornais) que querem ser enganados pelas rápidas análises dos ditos especialistas.

Vejam só, abaixo, a evidência de resiliência que vem dos países da zona do euro, como mostra hoje o Prof. Mark J. Perry em seu blog!

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EU-15 Economy Grows 3%, Highest Since 2006

 


FRANKFURTThe euro zone grew 0.76% during the first quarter of this year, the statistics agency Eurostat reported. The region’s numbers, which represent quarter-on-quarter growth, also got a surprising lift from France, where the economy grew 0.64% in the first quarter, and from the German economy, which grew 1.53% in the first quarter of this year.

The figures, which were about double what most economists expected, suggested that the European economy was demonstrating a resilience that seemed unlikely as recently as last autumn.

Note: The 0.76% quarter-to-quarter growth (3.04% annualized) for the EU-15 is the strongest economic growth there since the fourth quarter of 2006, and is significantly above the EU-15′s average growth of 0.50%.

Sistema S (da Era dos Serviços)- parte 2

maio 20, 2008

“Na semana passada, argumentamos que nós estamos vivenciando uma Síndrome Macunaíma. Hoje, com mais de 80% da população já vivendo nas cidades, nós estamos nos dando conta da necessidade de evoluirmos na aquisição de novos valores e caracteres, que já não são urbano-nacionais, mas sim globais. Precisamos urgentemente formar o cidadão-global (obviamente sem perda daquilo que conforma nossa identidade cultural).

Adicionalmente, defendemos que, em primeiro lugar, infelizmente nosso sistema educacional não foi estruturado para essa necessidade! E, em segundo lugar, apontamos que uma grande parcela da responsabilidade deste hiato de qualidade no sistema educacional pode estar se concentrando na pobreza, ou cegueira cognitiva, das nossas políticas públicas.

Para darmos conta deste argumento, indicamos que nossas políticas públicas, principalmente aquelas que se relacionam com o desenvolvimento do país, têm se voltado essencialmente para a Indústria, em detrimento do Setor de Serviços, que hoje é o setor que mais contribui para a agregação de valor na economia (com 63% do PIB) e aquele que mais gera empregos.”

Esta é a introdução ao nosso artigo desta semana no blog Acerto de Contas, que você pode acessar aqui!


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