Posts de Fevereiro 12th, 2008

Uma revolução cultural no mundo empresarial do Brasil! (Final)

Fevereiro 12, 2008

 clip-image002-thumb.jpg

“Nos artigos anteriores defendemos o argumento de que a partir do governo FHC (marcadamente com a implantação do Plano Real) ocorreu uma radical mudança cultural no modo como as empresas passaram a fazer seus negócios, e que esta mudança cultural decorreu de dois determinantes centrais: a) Primeiramente, o Sistema Financeiro Nacional- SFN foi radicalmente transformado; e, b) O Mercado de Capitais teve que se ajustar radicalmente a um novo contexto de uma forte abertura da economia, tanto em termos de comércio externo quanto em termos do fluxo de capitais.

Hoje, fechando a série, finalizamos a discussão do segundo determinante (e para tanto, vamos nos valer de extratos do livro “Mercado Financeiro: Aspectos Conceituais e Históricos”, de Andréa F. Andrezo, e Iran S. Lima, Editora Atlas, 2007)!”

Esta é a introdução ao nosso artigo desta semana no blog Acerto de Contas, que você pode acessar aqui!

As cinco forças competitivas que moldam a estratégia

Fevereiro 12, 2008

A edição de janeiro da Harvard Business Review, conceituada revista acadêmica de negócios, traz um artigo de Michael Porter.  O editor da revista tratou especialmente de resumir o artigo da seguinte maneira:

“Editor’s Note: In 1979, Harvard Business Review published “How Competitive Forces Shape Strategy” by a young economist and associate professor, Michael E. Porter. It was his first HBR article, and it started a revolution in the strategy field. In subsequent decades, Porter has brought his signature economic rigor to the study of competitive strategy for corporations, regions, nations, and, more recently, health care and philanthropy. “Porter’s five forces” have shaped a generation of academic research and business practice. With prodding and assistance from Harvard Business School Professor Jan Rivkin and longtime colleague Joan Magretta, Porter here reaffirms, updates, and extends the classic work. He also addresses common misunderstandings, provides practical guidance for users of the framework, and offers a deeper view of its implications for strategy today.

In essence, the job of the strategist is to understand and cope with competition. Often, however, managers define competition too narrowly, as if it occurred only among today’s direct competitors. Yet competition for profits goes beyond established industry rivals to include four other competitive forces as well: customers, suppliers, potential entrants, and substitute products. The extended rivalry that results from all five forces defines an industry’s structure and shapes the nature of competitive interaction within an industry.

As different from one another as industries might appear on the surface, the underlying drivers of profitability are the same. The global auto industry, for instance, appears to have nothing in common with the worldwide market for art masterpieces or the heavily regulated health-care delivery industry in Europe. But to understand industry competition and profitability in each of those three cases, one must analyze the industry’s underlying structure in terms of the five forces. (See the exhibit “The Five Forces That Shape Industry Competition.”)

r0801e_a.gif

Blogs, política e poder: uma edição especial de Public Choice

Fevereiro 12, 2008

A conceituada revista acadêmica Public Choice está com uma edição especial que foi lançada no mês de janeiro próximo passado.  São vários artigos tratando dos temas que estão colocados no título acima.

No artigo introdutório, de Daniel W. Drezner e Henry Farrel, há o seguinte resumo:

“Há uma boa razão para acreditar que os blogs estão mudando a política, mas nóa não sabemos exatamente como.  Nem sabemos se as consequências normativas dos blogs para a política são boas ou más.  Neste edição especial, nós e nossos co-autores, desenvolvemos o primeiro esforço sustentado em mapear as consequências empíricas e normativas dos blogs para a política.  Nós começamos por colocar informações básicas sobre os blogs, e alguma evidência anedótica (algo não cientificamente substanciado) sugerindo que eles são realmente politicamente importantes.  Nós vamos em frente identificando as questões empíricas e normativas chaves que os blogs levantam, e discutimos a escassez de dados relevantes na literatura existente.  Nós concluimos sumarizando como os autores dos artigos coletados para esta edição especial ajudam a a suprir esta deficiência”.