“Temos examinado neste blog os determinantes do empobrecimento relativo (e absoluto, como comentaremos na nota ao final do artigo) do Recife, e no último artigo (de 04/06/07) apontamos que, ao contrário do que se poderia imaginar que faltou empreendedorismo das elites recifenses ou ação das autoridades local e estadual, o Recife foi vítima das circunstâncias de um modelo estatal de desenvolvimento industrial que fracassou a partir dos anos 80 do século passado.
Hoje trazemos ao leitor dois estudos especializados sobre o crescimento recente das cidades brasileiras, e que estarão iluminando os nossos próximos artigos. O primeiro trabalho se intitula “Um Exame dos Padrões de Crescimento das Cidades Brasileiras”, desenvolvimento conjuntamente pelos economistas do IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e do Banco Mundial Daniel da Mata, Uwe Deichmann, J. Vernon Henderson, Somik V. Lall e Hyoung G. Wang, e divulgado em janeiro de 2006. Neste estudo os autores apontam inicialmente que a parcela urbana da população brasileira cresceu de 58%, em 1970, para 80%, em 2000, e o crescimento populacional dos próximos 30 anos é previsto para ocorrer somente nas grandes cidades.”
Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no Blog da Folha, que você pode acessar aqui.