“Temos afirmado, e reafirmado, aqui neste espaço, que o Recife vem perdendo pujança econômica relativa no território do Estado. Em outras palavras, está deixando de gerar riquezas a passos rápidos. Os números são incontestáveis, e vêm da Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco – Condepe/Fidem: no ano de 1998 a participação do Produto Interno Bruto-PIB do Recife (a soma de tudo que é produzido no Recife, em termos de bens e serviços) em relação ao PIB de Pernambuco representava 35,51%; em 1999 caiu para 33,45%; em 2000 caiu para 32,35%; em 2001 caiu para 31,65%; no ano 2002 caiu para 31,23%; em 2003 caiu para 30,20%, e em 2004 (último dado encontrado) a participação descera para menos de 30%, ou seja, 29,94%. Em apenas 06 (seis) anos o Recife perdeu em geração de riquezas o equivalente a 5,57% de participação no PIB estadual.
Qual é a razão para este empobrecimento relativo?”
Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog do jornal Folha de Pernambuco, que você pode acessar aqui!