“Estamos aproveitando este espaço para divulgar o projeto denominado RECIFE 2030. Este projeto tem como objetivo principal contribuir para colocar o Recife no mapa mundi das cidades mais tecnologicamente avançadas, que mais protegem o meio ambiente, e, consequentemente, que tenha, daqui a 23 anos, indicadores de educação, saúde, segurança, transporte e meio-ambiente dignos de países do Primeiro Mundo!
Quais são os principais motivadores deste projeto? Em primeiro lugar é necessário se perguntar, entre tantos temas, como anda a saúde econômica do município do Recife.
Pelos dados da Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco – Condepe/Fidem, mesmo ainda sendo o município mais rico do Estado de Pernambuco (além do fato de ser a capital do mesmo), Recife vem perdendo pujança econômica relativa no território do Estado desde o ano de 2.000. Os números estão aí para todos conhecerem (quem quiser conferir, basta entrar no endereço eletrônico http://www.condepefidem.pe.gov.br/pib/tabelas_02.asp?noticia_id=663&secao_id=72&canal_id=5 ): no ano 2000 a participação do Produto Interno Bruto- PIB do Recife (a soma de tudo que é produzido no Recife, em termos de bens e serviços) em relação ao PIB de Pernambuco representava 32,35%; em 2001 este percentual caiu para 31,65%; no ano 2002 caiu para 31,23%; em 2003 caiu para 30,20%, e em 2004 (último dado encontrado) a participação descera para menos de 30%, ou seja, 29,94%.”
Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog da Folha de Pernambuco, e que você pode acessar aqui.