“Estamos em tempos de convergência tecnológica, onde cada vez mais se confundem coisas que antes eram totalmente separadas. Rádio e telefone eram duas coisas distintas, televisão era outra, cinema outra ainda, e aí chegou o computador, seguido deste fenômeno fantástico que é a Internet. Simultaneamente surgiu o celular, e, de repente, como num piscar de olhos, o computador virou telefone (e depois virou Internet), virou rádio, e logo depois virou televisão (ou foi televisão que virou computador?). Enfim, convergência tecnológica é isso mesmo: uma mistura que não dá mais para se fazer distinções.
Mas se de um lado o desenvolvimento tecnológico avançou muito, em termos de produtos e processos, o mesmo não se pode dizer dos arcabouços institucionais e legais que existiam para cada um dos mercados aqui referidos, e menos ainda nessa era de convergências. Um dos mercados que mais têm sido impactados pelas recentes inovações tecnológicas é o da Mídia (conhecido em inglês como Media)”.
Esta é a introdução ao meu artigo de hoje no blog do jornal Folha de Pernambuco (acesse aqui).